Um em cada dez incidentes de cibersegurança nas empresas é grave

Segundo levantamento da Kaspersky, ataques sofisticados são comuns e atingiram quase 30% das companhias

 

Análise dos metadados do Kaspersky Managed Detection and Response, compartilhados por clientes de forma voluntária e anônima, revela 10% dos ciberincidentes bloqueados pela solução poderiam ter impactos importantes ou permitir acesso não autorizado a ativos de clientes. A maioria das tentativas de ataques (72%) foram classificadas como gravidade média e poderiam resultar na perda de performance dos recursos corporativos ou ocorrências únicas de uso indevido de dados.

Os ciberataques estão cada vez mais complexos e empregam técnicas avançadas a fim de evitar identificação pelas soluções de segurança. A descoberta e prevenção requer pesquisadores de ameaças experientes, capazes de identificar ações suspeitas antes que possam causar danos. A análise dos casos anônimos de clientes da Kaspersky ocorreu no quarto trimestre de 2020 e teve como objetivo determinar o nível de disseminação e gravidade dos incidentes reportados.

Setor público e TI entre os alvos

A análise mostrou que quase todos os setores, exceto os de comunicação em massa e transportes, tiveram incidentes muito graves durante o período do levantamento. Organizações do setor público (41%), TI (15%) e financeiro (13%) foram as que mais apresentaram incidentes com frequência e quase um terço (30%) dos críticos veio de ataques direcionados conduzidos por pessoas. Além disso, quase um quarto (23%) foram considerados graves e classificados como surtos de malware de alto impacto, caso dos ransomware. Em 9% dos ataques, os cibercriminosos obtiveram acesso à infraestrutura de TI de empresas usando técnicas de engenharia social.

No mais, nossos especialistas observaram que os APTs eram detectados como mecanismos de ataques antigos. Isso sugere que, quando uma organização reage a uma ameaça sofisticada, na maioria das vezes ela é atacada novamente, inclusive pelo mesmo grupo.

“Nossa análise mostra que os ataques direcionados são comuns: mais de um quarto das organizações (27%) já tiveram problemas com eles”, comenta Gleb Gritsai, chefe de serviços de segurança da Kaspersky .

Proteção contra ataques avançados

• Serviços terceirizados de gerenciamento e resposta, como o Kaspersky Managed Detection and Response, podem ajudar a identificar e a impedir ataques sofisticados em seus primeiros estágios, o que permite mitigar os danos até neutralizá-los. Tais serviços são ideais para empresas que não podem contar com um Centro Operacional de Segurança (SOC), mas precisam aprimorar sua segurança;

• Adotar um conjunto de tecnologias de segurança, como proteção de endpoint e EDR (detecção e resposta) para aprimorar a identificação de novas ameaças sofisticadas;

• Permitir que a equipe de segurança e seu SOC tenha acesso a relatórios de Threat Intelligence com as informações mais recentes sobre as táticas usadas por esses grupos em seus ataques. Isto permitirá a detecção em estágios iniciais;

• Treinar constantemente seu time de segurança para que tenha as capacidades técnicas de operar as novas tecnologias e que possa criar as políticas necessárias para estabelecer altos níveis de proteção corporativa;

• Disponibilizar treinamento básico de higiene de cibersegurança para todos os funcionários, pois muitos ataques direcionados começam com uma simples mensagem falsa (phishing) ou outras técnicas de engenharia social.

País está na mira dos hackers, mas só 1/3 das empresas se protege contra ataques

No mês passado, subsidiária da JBS pagou cerca de US$ 11 milhões para recuperar banco de dados

Recentemente, um relatório da consultoria de cibersegurança Fortinet mostrou que o Brasil é um dos países que mais sofreram ataques de hackers neste ano. Ao todo, foram registradas quase 3,2 bilhões de tentativas de invasões só no primeiro trimestre.

Mesmo assim, a maioria das empresas parece não estar preocupada com a cibersegurançaapenas 30% das companhias brasileiras possuem equipe dedicada a lidar exclusivamente com problemas de segurança digital. É o que aponta a pesquisa “Barômetro da Segurança Digital”, feita pelo Datafolha a pedido da Mastercard.

Um ataque pode provocar diversos problemas, desde roubo de informações estratégicas até a captação de dados pessoais de clientes. No mês passado, a subsidiária da JBS na América do Norte teve de fechar temporariamente seus frigoríficos, depois de ter sido alvo de um ataque ransomware.

ransomware é uma espécie de sequestro digital, em que os cibercriminosos infectam um banco de dados, restringindo o acesso por parte da empresa e, posteriormente, cobram um resgate para o restabelecimento do sistema. No caso da JBS, a empresa afirmou ter desembolsado US$ 11 milhões para recuperar as informações.

Não se sabe exatamente como os hackers acessaram o sistema da empresa, mas, conforme destaca Paulo Reus, gerente de operações da Scunna Cyber Defense Center, o trabalho remoto recomendado durante a pandemia é um dos fatores de vulnerabilidade para os ataques, já que nem todas as empresas estavam preparadas para essa migração repentina.

“Conseguindo comprometer o colaborador remoto, o hacker invade o ambiente da empresa, estuda, analisa, instala o ransomware e criptografa todos os dados daquela organização, tornando-a inoperante. Depois disso, é cobrado o resgate”, explica Reus.

O que as empresas devem fazer?

Para evitar problemas de cibersegurança, o melhor é se antever ao problema, mitigando os riscos. Hoje, já existem no mercado diversas instituições especializadas em proteção digital que fornecem serviços personalizados para as companhias.

Uma das soluções é a implantação dos chamados SOCS (Centro de Operações de Segurança, em português), um conjunto de mecanismos que funciona como uma barreira de defesa dos bancos de dados.

Existe, ainda, o seguro cibernético, que oferece assistência e indenização aos contratantes no caso de ataques. A apólice prevê a cobertura contra paralisações provocadas por invasões criminosas, diminuindo os prejuízos quando não for possível evitar o ocorrido.

“Em um ambiente cada vez mais digitalizado, parece inevitável que, em algum momento, organizações sofram algum incidente de segurança da informação com potencial para prejudicar a reputação, confiança, além de gerar prejuízos financeiros, legais e de produtividade. A questão é se tais organizações estarão preparadas ou não para responder a esses incidentes de forma rápida e efetiva”, indaga Reus.

 

Fonte: CNN Brasil

5 razões para não usar o e-mail do trabalho para assuntos pessoais

Por que usar uma conta de e-mail corporativo para assuntos pessoais não é uma boa ideia.

 

Muitas pessoas sabem que usar uma conta de e-mail pessoal para correspondência comercial é uma má ideia, mas não veem nada de errado em usar um endereço corporativo para se registrar em redes sociais, serviços online e outros recursos não relacionados ao trabalho. Afinal, é útil receber todas as mensagens de trabalho e pessoais em uma única caixa de entrada.

Dito isso, é difícil encontrar alguma fonte confiável que recomende tal prática. De desequilíbrio na relação vida pessoal e profissional a violações de privacidade (a gerência e os administradores podem ter acesso à sua correspondência de trabalho), perda de acesso a serviços em caso de demissão e mais, as razões para não misturar e-mail comercial com pessoal são inúmeras. Na verdade, a primeira consideração que deve impedir um funcionário de usar uma conta de correio corporativo para assuntos pessoais é a segurança da informação.

1. Torna mais fácil identificar um perfil

Antes de enviar um e-mail de phishing para um funcionário específico, os cibercriminosos coletam informações online, usando ferramentas especializadas para saber qual endereço alguém usa em redes sociais, plataformas online e assim por diante. Usar um endereço corporativo para fins não comerciais facilita identificar seu perfil, ajudando os invasores a construir seu retrato social, tornando-o mais vulnerável a spear-phishing no primeiro estágio de um ataque à empresa.

2. Facilita o spear-phishing

Os cibercriminosos escolhem os truques que acham que melhor envolvem suas vítimas. Se eles descobrirem que você usou seu endereço de e-mail corporativo para se registrar em outro lugar, eles sabem que você provavelmente vai acreditar num e-mail de phishing. Tudo o que precisam fazer é disfarçar sua mensagem como uma notificação legítima de um serviço no qual você realmente está registrado.

3. Fornece aos criminosos uma cortina de fumaça

Normalmente, tudo o que um cibercriminoso precisa para que um ataque seja bem-sucedido é tempo. É por isso que muitos serviços enviam uma nota ao titular da conta se você ou qualquer outra pessoa tentar fazer login a partir de um endereço IP desconhecido ou tentar alterar a senha. Claro, para ficar à frente dos hackers, você precisa saber sobre esses avisos o mais rápido possível. Para isso, organize uma profusão de notificações em sua caixa de correio. Se você vinculou seu endereço a recursos externos, quando hackers (ou seus bots) começarem a usar força bruta para entrar em sua rede social e outras contas pessoais, sua caixa de entrada será rapidamente preenchida com avisos e alertas.

4. Mais phishing em massa e malware na caixa de entrada

Quando se trata de proteger os dados dos clientes, nem todos os recursos online nasceram iguais — daí as manchetes quase diárias sobre vazamentos online. E bancos de dados vazados são muito populares entre os que enviam spam em massa, já que simplesmente compram listas de endereços para inundar com links maliciosos ou mensagens de phishing. Essencialmente, quanto mais recursos você vincular à sua conta de e-mail corporativa, mais ameaças em potencial você verá em sua caixa de entrada.

5. A vista se turva

Por falar em ver mais mensagens na sua caixa de entrada, esse volume extra pode causar problemas. Com maior variedade — por exemplo, e-mails não comerciais entre mensagens comerciais — os itens perigosos se tornam mais difíceis de detectar. Quanto mais e-mails pessoais você ler durante o horário comercial, maior será a probabilidade de você clicar acidentalmente em um anexo malicioso ou seguir um link de phishing.

Mesmo que você não use um endereço comercial para assuntos pessoais, é importante implantar meios técnicos para se proteger contra spam e phishing. Quanto mais camadas de proteção, melhor. Recomendamos proteger a infraestrutura corporativa contra phishing nos níveis de servidor de e-mail e de estação de trabalho.

 

Proteger Perímetros e Microperímetros – O Futuro da Segurança Corporativa

Com a rápida evolução da segurança e a abundância de inovações que foram desenvolvidas nos últimos anos, pode ser fácil esquecer as tecnologias fundamentais que nos trouxeram a este ponto. Agora que o perímetro da rede é tudo menos estático, alguns podem se perguntar se o firewall, por exemplo, ainda é relevante e eficaz para proteger as empresas de hoje. A resposta é “sim”, agora mais do que nunca.

Conforme a paisagem mudou, o firewall se adaptou. Não podemos enfrentar os desafios crescentes de hoje com o firewall de ontem. A tecnologia de firewall avançou para acompanhar as grandes mudanças na forma como fazemos negócios. Ele evoluiu para ajudar a proteger a computação em nuvem, aplicativos SaaS, mobilidade, trabalho remoto e muito mais – contra-ataques cada vez mais furtivos.

A Cisco está liderando esta transição tornando o firewall um componente central de uma estratégia de segurança de confiança zero. Como resultado desse trabalho, recentemente fomos nomeados “líder” no 2020 Forrester Wave for Enterprise Firewalls, que avaliou 11 fornecedores e citou a Cisco como líder junto com apenas outro fornecedor. Os pontos fortes destacados no relatório incluem nossa ampla variedade de ofertas de segurança e a integração em nosso portfólio.

A Forrester também destaca a integração do firewall com outras tecnologias: “As aquisições do fornecedor da SourceFire, OpenDNS e Duo se integram bem em seu firewall corporativo e serviços associados. A plataforma Umbrella do fornecedor é mapeada para uma abordagem de ponta de Dia Zero e incorpora os principais serviços de segurança, como firewalls e CASBs, que podem ser entregues na nuvem”.

Estamos em uma posição única que permite que os clientes escolham os controles de segurança corretos e implantação flexível em seus ambientes. Você estará preparado para proteger:

  • Redes tradicionais, em nuvem, microssegmentadas e não perimetrizadas;
  • Endpoints com segurança DNS, EDR e VPN líder de classe;
  • Aplicativos em nuvem, microssegmentação e contêineres.

O firewall de hoje não pode mais operar em um silo. Deve ser parte de uma plataforma de segurança coesa, que possa se adaptar rapidamente às mudanças no ambiente de rede e no cenário de ameaças. E, de fato, ele deve servir de base para essa plataforma.

Afinal, estamos em meio a problemas associados ao aumento da mobilidade e da internet das coisas (IoT) com a evolução de 5G e Wifi6, adoção de serviços em nuvem, cargas de trabalho e dados para mover para várias nuvens/serviços SaaS e usuários e coisas acessando os dados fora do perímetro da empresa.

Veja como a Cisco está construindo o futuro do firewall por meio da nossa abordagem de plataforma para segurança:

De firewalls a firewall

Tradicionalmente o firewall era um dispositivo projetado para proteger tudo dentro do perímetro da rede. No entanto, com os dados e aplicativos corporativos de hoje residindo em muitos lugares diferentes e os usuários os acessando de uma quantidade infinita de locais, os perímetros convencionais foram transferidos para vários microperímetros, que precisam ser protegidos. Portanto, em vez de ver o firewall como um único dispositivo, devemos agora vê-lo como mais uma funcionalidade – que protege usuários e dados na rede, nuvem, endpoints e aplicativos – e em qualquer outro lugar onde os invasores possam se infiltrar.

Com o Cisco Secure Firewall, você obtém controles de segurança de primeira linha onde quer que seja necessário, com gerenciamento e aplicação de políticas consistentes e visibilidade unificada e aprofundada. A Cisco oferece mais que recursos de firewall tradicionais, pois incorpora prevenção de intrusão, filtragem de URL, visibilidade e controle de aplicativos e proteção avançada contra malware para proporcionar defesas robustas contra o leque cada vez maior de ataques cibernéticos. E é tudo apoiado pela inteligência de ameaças líder de mercado do Cisco Talos.

Implantação e gerenciamento flexíveis

A migração de dados para a nuvem e de usuários para locais remotos exige um novo nível de flexibilidade quando se trata de tecnologias de firewall. As organizações precisam de uma combinação de firewalls físicos, virtuais e baseados em nuvem para acomodar esta mudança e proteger o data center, sites remotos, ambientes de nuvem e todos os demais. Em especial, é crucial que as organizações pensem em modelos de várias nuvens e SASE. No entanto, com tantas implantações de firewall diferentes em vigor, às vezes pode ser difícil gerenciar todas e obter políticas consistentes e visibilidade perfeita.

Como líder mundial em rede e segurança, a Cisco está mais bem posicionada que qualquer outro fornecedor para integrar firewalls eficazes e controles de segurança em sua infraestrutura. Oferecemos uma ampla gama de opções de firewall – dispositivos físicos para ambientes de vários tamanhos, firewalls virtuais para nuvens públicas e privadas e firewalls fornecidos pela nuvem. Também facilitamos a incorporação de recursos de firewall diretamente em tecnologias de rede, como roteadores e SD-WAN.

E oferecemos gerenciamento de firewall para atender a uma grande variedade de requisitos, ajudando você a centralizar o gerenciamento, reduzir a complexidade e otimizar as operações. O Cisco Defense Orchestrator apoia as organizações na gestão de políticas em firewalls Cisco e em infraestrutura de nuvem pública. Reduzimos o tempo gasto em tarefas repetitivas de gerenciamento de segurança em até 90%, e nossa abordagem simplificada ficou ainda mais fortalecida pela recente introdução da plataforma Cisco SecureX, que está incluída em todos os produtos de segurança Cisco.

A plataforma é um requisito para o que há de melhor no gênero

Com a Cisco, o poder do seu firewall não termina nele. Construímos uma plataforma de segurança que permite uma abordagem mais ágil e integrada para harmonizar políticas e aplicação em redes cada vez mais heterogêneas. Com o Cisco SecureX, seu firewall se torna parte de um ecossistema de segurança fortemente integrado, que compartilha inteligência, expande a visibilidade e automatiza a correção. Assim, os demais itens do seu portfólio de segurança atuam como uma extensão natural do seu firewall.

De acordo com Mike Schofield, vice-presidente de Operações de Rede e Segurança Cibernética da Rackspace, “O Cisco Next-Generation Firewall [Cisco Secure Firewall] nos permite fornecer aos nossos clientes recursos e funcionalidades avançadas para a defesa contra ameaças em evolução, tudo por meio de uma plataforma única e unificada”.

Como parte de uma plataforma de segurança, seu firewall pode identificar e interromper mais ameaças, acelerando a resposta a elas e melhorando substancialmente sua postura de risco. Com a capacidade de integrar tecnologias da Cisco e de terceiros em uma única plataforma, você pode estender o poder do firewall com funcionalidades como acesso seguro, análise de rede, nuvem e segurança de endpoint, segurança de carga de trabalho e microssegmentação e muito mais. Cada integração permite que seu firewall se torne ainda mais forte e ele, por sua vez, pode enriquecer todo o seu ecossistema de segurança.

O portfólio de firewall da Cisco oferece maior proteção contra ameaças avançadas, pois aproveita recursos como IPS, proteção avançada contra malware, filtragem de URL e sandbox. Eles são desenvolvidos pelo Cisco Talos, nossa organização de pesquisa de inteligência contra ameaças líder do setor. O Talos defende os clientes da Cisco encontrando novos domínios de malware, URLs mal-intencionados e vulnerabilidades desconhecidas ou não divulgadas e escrevendo regras para ajudar a mitigá-los. Também oferecemos uma variedade de opções de gerenciamento  personalizadas (entregues na nuvem, centralizadamente e on-box) para atender seu ambiente e suas necessidades de negócios.

Além disso, os firewalls Cisco agora vêm com Cisco SecureX integrado para liberar todo o potencial de seus produtos de segurança em toda a rede, para todos os usuários, em todos os terminais, na nuvem e em todos os aplicativos.

O futuro do firewall

 Considere um firewall não como uma solução autônoma, mas como parte de uma plataforma aberta e integrada que será dimensionada para suportar o crescimento e a inovação da sua organização.

Se você estiver procurando uma nova experiência com firewall, selecione uma tecnologia que tenha recursos, flexibilidade e força para agregar valor ao futuro.

Problemas e desafios da segurança em nuvem

Os problemas da segurança em nuvem dispararam como resultado de grande parte de nossas atividades cotidianas se tornando on-line. As atividades de criminosos maliciosos começaram a destacar as muitas falhas na nuvem na onda dos eventos recentes, levando muitas equipes de TI em todo o mundo a tomar conhecimento. Mesmo enquanto as ameaças à segurança virtual pelo panorama digital crescem durante o surto, as preocupações com a segurança em nuvem estão rapidamente tomando a dianteira.

Algumas das maiores ameaças à segurança em nuvem atualmente incluem:

  • Os sistemas empresariais de acesso remoto estão carecendo de configurações seguras e verificações de segurança devido à falta de preparação para uma mudança obrigatória do trabalho para casa.
  • A educação do usuário final contra a engenharia social continua sendo necessária, pois as credenciais de usuário são roubadas por e-mails fraudulentos e outros meios enganosos.
  • A segurança doméstica pessoal inteligente atualmente carece de conscientização do usuário sobre práticas de configuração seguras. Dispositivos antes fora da rede, como termostatos, tornaram-se aparelhados como pontos de violação em potencial para criminosos maliciosos entrar em redes domésticas privadas.

Desafios da segurança na nuvem

A segurança na computação em nuvem tem se tornado uma preocupação. Embora serviços de nuvem pessoal como o Apple iCloud tenham tido sua parcela de controvérsias, a maior preocupação hoje é com a segurança das operações empresariais e do governo.

Onde as redes e o hardware no escritório podem ser um ambiente mais controlado, o acesso remoto introduz mais pontos de contato abertos a um possível ataque. Cada conexão e cada componente devem ser reforçados com uma estrutura segura para garantir que não haja violações errantes. Sob um plano de trabalho remoto seguro, notebooks, telefones e dispositivos de conexão de rede são configurados e testados quanto à durabilidade pelas equipes internas de TI.

Infelizmente, a taxa de disseminação global da COVID-19 representa uma mudança rápida nas políticas de trabalho em casa. A adoção não planejada de infraestrutura de trabalho remota vem acompanhada de políticas incompletas e incompreensíveis para ferramentas como o acesso ao servidor de nuvem. O maior uso de plataformas de colaboração e sistemas de reuniões virtuais com base na nuvem tem levado a um forte aumento nas complicações de TI.

Resultados de uma pesquisa da Fugue descobriram que quase 3 a cada 4 equipes operando em sistemas na nuvem experimentaram cerca de 10 incidentes diários devido à configuração inadequada do sistema. Qualquer coisa, de violações no armazenamento a políticas relaxadas sobre o acesso ao sistema, tem deixado 84% das equipes de TI no local de trabalho preocupadas se foram invadidos e ainda não descobriram. Um recurso manual ineficiente usado pela maioria das equipes introduz o erro humano na equação, o que torna a confiabilidade da solução de problemas de nuvem questionável.

Os criminosos de ameaças passaram a explorar o aumento no uso da nuvem, visando tudo, desde instalações de saúde a serviços da equipe de trabalho on-line. Com os furos já existentes na segurança, o erro humano é ainda outro ponto de preocupação para as organizações. O pessoal de TI e usuários endpoint devem permanecer perpetuamente vigilantes contra ameaças virtuais, levando à “fadiga do alerta” e a muitos lapsos de julgamento.

Ameaças à segurança na nuvem

Os riscos de segurança aos serviços de computação em nuvem são divididos da seguinte forma:

  • As vulnerabilidades do sistema são o lado técnico das ameaças que devem ser lidadas proativamente pelo pessoal capacitado em TI.
  • Erro ou negligência do usuário endpoint é o lado humano, que requer treinamento e educação contínuos para ser evitado.
  • Invasores virtuais maliciosos são, em última instância, apenas tão fortes quanto as fraquezas humanas e técnicas que um sistema em nuvem os permite ser. Entretanto, a experiência na manipulação tanto de elementos técnicos como humanos dá aos invasores uma vantagem.

Embora uma exploração de “dia zero” seja totalmente possível, muitos invasores podem usar vetores de infiltração mais fáceis e conhecidos dentro dos sistemas em nuvem de uma organização. Veja alguns dos problemas específicos que estão afetando o uso da nuvem:

Configuração da nuvem

Sistemas de nuvem configurados inadequadamente são comuns no momento, com tantos locais de trabalho configurando sistemas remotos pela primeira vez. Uma estrutura com base na nuvem requer extensas proteções no backend para reduzir seus pontos fracos para ataques on-line. Deve ser concedido um tempo adequado para uma configuração adequada da nuvem, o que tem deixado um grande número de departamentos de TI sobrecarregados com o processo.

Uma pesquisa da Fugue de abril de 2020 cita a falta de conscientização sobre a política como um motivo significativo para que essas ameaças não sejam gerenciadas de maneira eficiente. Além disso, as equipes carecem de um adequado monitoramento e regulamentações para todos os APIs de software que interagem com os serviços na nuvem. Com tantas camadas de permissões e controles que não eram de operação essencial até o momento, não é de surpreender que as equipes de TI estejam despreparadas.

A falta de testes de estresse é um problema igualmente preocupante durante a transição para o trabalho remoto. A carga de todo um local de trabalho — ou dezenas ou centenas de locais de trabalho — usando servidores com base na nuvem requer repetidos testes à exaustão. A estabilidade do sistema não pode ser garantida sem isso, e pode levar a um funcionamento não planejado de uma infraestrutura que, de outra forma, seria segura.

Com todos esses problemas, procedimentos incomuns estão sendo implantados enquanto são instalados e testados. A solução de problemas simultânea com a correção de curso está tomando das equipes de TI longas horas, durante as quais não conseguem fazer o seu melhor. Cada uma dessas debilidades pode servir como uma porta aberta para criminosos virtuais ganharem acesso.

Políticas BYOD de trabalho em casa

As políticas BYOD (sigla em inglês para “traga seu próprio dispositivo”) foram implementadas por algumas organizações para aumentar a comodidade e a flexibilidade que o trabalho remoto demanda. Embora isso permita que as empresas descarreguem os custos de hardware e a manutenção nos funcionários, isso cria muitos pontos de violação em potencial para os sistemas de TI corporativos.

Conforme as atividades pessoais e de trabalho se mesclam pelo uso do dispositivo, os sistemas de nuvem estão mais propensos a estar expostos a malware errantes de dispositivos desprotegidos. Em muitos locais de trabalho, pretende-se que o uso pessoal seja mantido separado dos dispositivos empresariais, com o benefício adicional de reduzir o contato com contas e arquivos desprotegidos do usuário endpoint.

As redes no local são protegidas por firewalls, os roteadores Wi-Fi são guardados em lugar seguro e mesmo os telefones fornecidos pelo empregador são gerenciados pela equipe de IT. Eles asseguram sistematicamente que qualquer superfície e um possível ataque tenha os protocolos de segurança e as atualizações de software mais atuais.

O novo clima de conectividade remota tem deixado muitas organizações cegas, com poucos ou nenhum computador ou telefone preparados para o trabalho remoto para fornecer a seus funcionários. As infecções de malware existentes estão entre uma das muitas preocupações com o uso de dispositivos pessoais desprotegidos. Sistemas operacionais e outros softwares de dispositivos desatualizados podem ser facilmente abusados por criminosos maliciosos. Os dispositivos de outros membros da família na rede doméstica do funcionário também podem ser vetores de malware.

Mesmo com hardware seguro e examinado pela TI, muitas das proteções locais anteriores se tornam irrelevantes, sem que haja algum processo implantado para verificar a segurança de rede doméstica de cada usuário.

Engenharia social e outros araques virtuais

Os criminosos de ameaças aumentaram seus esforços para entrar nos vãos desguarnecidos de nossa arquitetura de nuvem para lucrar ou incomodar organizações, mesmo em um tempo tão sensível.

O phishing faz com os invasores se apresentem fraudulentamente como indivíduos ou autoridades confiáveis para persuadir as vítimas de entregar seus valores ou para acessar áreas privadas. Esse termo normalmente se aplica ao roubo on-line de credenciais de contas ou dinheiro. Métodos de engenharia social como esse têm sido um método atraente para adquirir acesso ao sistema de nuvem de funcionários e indivíduos.

O phishing com payloads de malware funciona fazendo com que se passem por partes confiáveis e induzindo as vítimas a abrir arquivos ou links infectados. Os funcionários podem ser visados para infectar o armazenamento, os bancos de dados e outras estruturas em rede na nuvem corporativa. Uma vez infectados, esses tipos de malware podem se espalhar para causar todo o tipo de interrupção ou, mais comumente, incorrer em uma violação de dados por toda a organização.

Ataques de força bruta, em termos de infiltração em nuvem, têm envolvido o estofamento de credenciais, o que envolve inserir credenciais roubadas de outras contas em vários serviços. Os invasores podem tentar obter vantagem de qualquer reuso de senha/nome e usuário possível entre múltiplas contas. Tipicamente eles adquirem credenciais roubadas de violações de conta existentes, vendendo as credenciais na Dark Web. Rápidas tentativas de logins de vários locais diferentes podem representar um sinal de alerta para essa atividade.

Ataques de Negação de Serviço Distribuído (DDoS) sobrecarregam os servidores de nuvem ou a estrutura em seu entorno para interromper ou deixar os serviços off-line. Eles podem ocorrer por trás de ameaças baseadas em botnet e de phishing, onde os atacantes ganham acesso a um sistema e usam um “exército” de computadores remotos pré-montados para executar o ataque. A facilidade de execução e a extensão da interrupção de operações com base na Web tornam os ataques DDoS muito atraentes. Com uma configuração de infraestrutura quase aleatória, muitas organizações em sistemas em nuvem estão ainda mais vulneráveis.

Como proteger os dados na nuvem

Ao buscar melhorar a segurança de dados na nuvem, você deve atentar a algumas áreas. Em grande parte, a criptografia de dados é uma área importante para focar na segurança em nuvem. Com a criptografia, você pode embaralhar dados para que se tornem praticamente inutilizáveis por qualquer um sem as chaves de criptografia para desbloqueá-la. Veja algumas dicas que podem ajudar.

Como usuário doméstico pessoal, você pode adotar as seguintes medidas:

  • Usar um serviço de VPN: Uma rede privada virtual pode ajudar a manter seus dados privados e anônimos em trânsito entre a nuvem e os dispositivos. A criptografia é um recurso primário da maioria dos serviços de VPN, e modo que usar um pode ajudar a evitar a espionagem de suas conexões.
  • Determine se você está armazenando dados que precisam ser criptografados: Nem todos os dados precisam ser criptografados, mas dados sigilosos sempre devem ter essa camada de proteção. As melhores práticas envolveriam o uso de criptografia para arquivos como documentos fiscais e outros dados particulares, mas você considerar isso desnecessário para arquivos e outros dados que já compartilhou publicamente. Apenas lembre-se, você pode perder o acesso se perder suas chaves de criptografia.
  • Implante a criptografia cuidadosamente: Como o seu provedor pode não manter o rastro das chaves de criptografia, o ideal é você assegurar que as chaves de criptografia na nuvem não sejam armazenadas e um lugar vulnerável, como no armazenamento do computador carregado.
  • Escolha um serviço de segurança que monitore a sua identidade: Com produtos como o Kaspersky Security Cloud, você receberá atualizações caso seus dados sejam expostos em uma violação de dados do provedor de nuvem. Em caso de qualquer falha com qualquer um dos métodos de criptografia, você será informado com um plano de ação adequado para se manter seguro.

Se estiver procurando proteger sistemas PME ou corporativos, certifique-se de examinar o seguinte:

  • Criptografar os dados antes que sejam armazenados na nuvem: Ao proteger seus dispositivos de armazenamento de dados locais e sistemas operacionais, você terá mais controle sobre como a sua empresa lida com suas medidas de criptografia.
  • Criptografia completa: Assegure-se de que seu provedor oferece uma criptografia que proteja seus dados em trânsito de/para seu serviço na nuvem. Dados sigilosos, como informações financeiras ou proprietárias da empresa, sempre devem ser protegidas contra interceptação.
  • Gerenciamento de suas chaves de criptografia: A criptografia requer várias chaves para acessar os dados, o que significa que elas devem ser controladas e guardadas cuidadosamente. Determine se o provedor de nuvem gerencia as chaves para você ou se acompanharão elas internamente.
  • Utilize uma solução de segurança na nuvem: Manter-se à frente de seus esforços de criptografia de dados é uma grande tarefa para ser mantida sem assistência. Entretanto, produtos de segurança, como o Kaspersky Hybrid Cloud Security, podem ajudar a avaliar como seus esforços de segurança em nuvem e local podem melhorar, tudo isso enquanto protegem contra novas ameaças.

Dicas para melhorar sua segurança em nuvem

Os desafios da segurança da computação em nuvem podem ser confrontados começando por ferramentas e métodos de proteção do usuário final. Seja para uso pessoal ou para o planejamento de políticas de TI corporativas, veja algumas dicas para ajudar a manter a segurança de seus serviços na nuvem:

  1. Evite fazer downloads de documentos e anexos: Visualize anexos e documentos sempre que possível. Mantenha seus documentos on-line em vez de salvar e acessar ele pelo armazenamento local.
  2. Notifique o suporte sobre tentativas de phishing: Sejam e-mails, chamadas telefônicas, textos ou qualquer outra forma de suspeita de phishing, comunique ao prestador de serviços e/ou à equipe de TI do trabalho.
  3. Ativar a autenticação de vários fatores: Proteções em camadas, como biometria ou “chaves” USB, sobre as senhas tradicionais podem criar mais barreiras de segurança. Embora não sejam a prova de tolices, um minuto a mais de segurança personalizada pode ajudar a parar ataques virtuais de baixo nível.
  4. Proteja dispositivos domésticos inteligentes (ou, pelo menos, o seu acesso à Internet): Certifique-se de que o acesso de administrador do seu roteador seja fortalecido com uma senha e um nome de usuário fortes. Melhorar as senhas no Wi-Fi doméstico também pode ser um ótimo ponto inicial. Para o trabalho remoto, você pode querer considerar o uso de um ponto de acesso móvel com uma VPN no lugar da rede doméstica.
  5. Assegure-se de seguir as dicas do treinamento de segurança virtual do seu local de trabalho. As regras e políticas são eficazes somente se você dedicar tempo a praticar e aplicá-las. Sugira que sua equipe de TI implemente exercícios virtuais contra ameaças como phishing, se já não estiverem em uso.
  6. Configure e exija o uso de uma VPN. Esse serviço dá a você e à sua organização um túnel privado para que todos os seus dados viajem sem interrupções. Verifique se o seu provedor de VPN oferece criptografia completa e se tem um histórico confiável.
  7. Revisite e limite o acesso do usuário. Remover contas de usuário não utilizadas e reduzir algumas permissões de usuário ao que for essencial pode dar suporte a uma ótima higiene virtual durante o trabalho remoto.
  8. Instale o software de segurança de Internet. Mesmo se você estiver perfeitamente vigilante sobre seus próprios dispositivos, isso pode não interromper uma infecção que se infiltre por outro usuário na nuvem de seu local de trabalho. Um software de antivírus adequado, como o Kaspersky Cloud Security, ajudará você a carregar o fardo da segurança.
  9. Mantenha todos os softwares atualizados. Correções de segurança constituem a maior parte de muitas correções de software. Instale-as assim que possível para vedar potenciais pontos de violação de dados.
  10. Aumente os níveis de segurança entre SO, aplicativos e serviços da Web. As medidas de segurança padrão em alguns programas e dispositivos podem optar pelo equilíbrio entre a conveniência e a segurança. Recomendamos ajustá-los para permissões mais estritas para ajudar a “bloquear” ameaças de segurança.
  11. Teste a configuração da sua segurança em nuvem. Isso significa usar vários métodos de segurança para sondar sua rede e todos os seus componentes quanto a possíveis vulnerabilidades. Um método importante é testar a força das suas senhas, o que pode ser fornecido por ferramentas como o Kaspersky Password Manager. Embora esse teste possa ser demorado para fazer por conta própria, algumas ferramentas de segurança virtual como o Kaspersky Hybrid Cloud Security podem fortalecer seus sistemas enquanto confrontam a entrada de qualquer ameaça.

Privacidade Primeiro: Como proteger a sua privacidade online à medida que os negócios e o uso pessoal convergem

Desde o início de 2020, tem havido uma mudança em larga escala para o trabalho a partir de casa em todo o mundo. Isto levou a uma convergência entre o uso de dispositivos pessoais e de trabalho, o que, por sua vez, levantou questões de privacidade e segurança online.

Porque é que a sua privacidade pessoal online é importante?

Quase todas as ações que você faz online através de seus computadores e dispositivos móveis – seja trabalhando remotamente, fazendo compras online, reservando férias, interagindo com amigos e familiares, procurando informações, baixando um aplicativo ou jogando um jogo – deixam um rastro de dados. Estes dados incluem informação pessoal identificável (PII), mais o seu histórico de navegação e de compras. O aspecto mais importante da privacidade online é garantir que os seus dados não caiam em mãos erradas.

Se ocorrer uma violação de dados, algumas das consequências potenciais incluem:

  • O seu banco ou outras contas financeiras podem ser invadidas
  • Os seus e-mails podem ser lidos e partilhados por terceiros
  • Os detalhes das condições médicas privadas podem ser tornados públicos
  • A sua identidade pode ser roubada

Neste artigo, exploramos como proteger sua privacidade pessoal online em um mundo onde as fronteiras entre internet doméstica e profissional e o uso de dispositivos estão cada vez mais indefinidas.

Trabalho remoto: É perigoso usar os computadores da empresa para uso pessoal?

Trabalhar remotamente significa que muitos de nós agora usamos computadores e telefones da empresa para nosso uso pessoal. No entanto, os nossos dispositivos de trabalho podem não ser tão privados como pensamos. Para pessoas que usam computadores ou telefones da empresa para uso pessoal, não é raro perguntar-se: meu empregador pode ver que sites eu visito em casa Wi-Fi ou meu empregador pode ver que sites eu visito em casa?

Em teoria, os empregadores podem instalar software para monitorar o que você faz no seu laptop ou desktop de trabalho. Nos locais de trabalho mais vigilantes, isto pode até incluir keyloggers que rastreiam tudo o que você digita ou ferramentas de captura de tela que monitoram sua produtividade.

Na prática, a medida em que o seu empregador faz isso se baseia em dois fatores:

  • O tamanho da empresa – organizações maiores têm mais recursos para se dedicar ao monitoramento nesta escala.
  • O tipo de informação com que você lida na sua função. Se você lidar com dados sensíveis – por exemplo, registros médicos, informações financeiras ou contratos governamentais – é muito mais provável que seu empregador esteja monitorando seu uso cuidadosamente.

Mesmo que cada movimento online não esteja sendo observado, os empregadores podem ver arquivos que você acessa, sites que você navega, e e-mails que você envia. Quando se trata de privacidade na internet, normalmente é uma boa ideia assumir que o seu computador de trabalho está sendo monitorizado e agir em conformidade.

Riscos de segurança na utilização de computadores pessoais para o trabalho

Além dos riscos de segurança relacionados com a utilização de dispositivos de trabalho para uso pessoal, existem riscos de segurança correspondentes associados à utilização de dispositivos pessoais de trabalho por parte dos empregados. À medida que os empregadores implementam políticas de “Bring Your Own Device (BYOD)”, estes riscos aumentam. Para as empresas, ter funcionários usando seus próprios dispositivos significa muitos pontos de entrada diferentes nos sistemas da empresa.

As considerações de segurança incluem:

  • Ao permitir o acesso remoto à organização através de dispositivos que eles não controlam, há um risco maior de que as informações da empresa possam ser copiadas, modificadas, transferidas para concorrentes ou simplesmente tornadas públicas.
  • O computador de um trabalhador doméstico pode obter acesso a uma rede e comunicações da empresa ou de um cliente, o que pode, inadvertidamente, resultar numa violação da proteção de dados. Enquanto trabalham em seu próprio computador, é possível que um aplicativo de mídia social recentemente baixado ou já ativo possa acessar o banco de dados de contatos de trabalho, compartilhando informações identificáveis dos clientes sem o seu consentimento.
  • Se os funcionários estiverem trabalhando em um local público e enviarem um arquivo por uma rede Wi-Fi não segura, eles correm o risco de expor informações potencialmente sensíveis a hackers que procuram acesso aos sistemas críticos da empresa.
  • Um trabalhador de casa que utilize o seu próprio computador pode instalar aplicativos a partir de fontes inseguras sem se aperceber dos riscos. Isto pode tornar os arquivos da empresa vulneráveis a ataques de malware. Mesmo não atualizando (corrigir) um dispositivo pode deixá-lo aberto a ameaças à segurança.
  • Os funcionários podem deixar o seu dispositivo sem segurança ou talvez permitir que amigos e familiares o utilizem. Ou o dispositivo pode se perder ou ser roubado. Nesses cenários, se a informação sensível da empresa estiver nos dispositivos, há potencial para violações de segurança cibernética.
  • Uma vez que os funcionários saem, eles ainda podem ter acesso aos aplicativos da empresa por meio de dispositivos móveis, a menos que a empresa tome medidas para impedir isso. Quão fácil seria para eles ou para alguém com acesso ao seu dispositivo voltar para um aplicativo ou sistema? As organizações seriam capazes de rastrear o dispositivo como fonte de uma falha de segurança?

Muitas empresas tentam mitigar esses riscos através da elaboração de políticas do Bring Your Own Device (BYOD ), que podem incluir detalhes como:

  • Instalação de atualizações de segurança dentro de um determinado período de tempo.
  • Bloqueio do dispositivo quando não estiver em uso.
  • Criptografia do dispositivo.
  • Somente instalando aplicativos de lojas de aplicativos reconhecidas.
  • Instalação de software antimalware.
  • Se um dispositivo for perdido ou roubado, informe imediatamente a empresa.
  • Não fazer rooting ou jailbreaking nos celulares.

Se o seu empregador tem um, é uma boa ideia ler as orientações do seu BYOD para compreender os direitos de ambas as partes. Procure a política em vários materiais dos funcionários, como um manual, contrato, material de treinamento ou um acordo específico da BYOD.

privacy-first-2.jpg

Como proteger a sua privacidade pessoal online

Tomar medidas simples pode fazer a diferença entre manter a sua privacidade online ou perdê-la. Aqui estão algumas dicas para o ajudar a proteger-se e as suas informações online.

Privacidade online: 18 dicas de segurança

1. Evite armazenar arquivos pessoais no seu laptop ou telefone

É fácil ter uma pasta pessoal no seu desktop que contenha fotos pessoais ou documentos pessoais como declarações de impostos, mas é importante lembrar que um dispositivo de trabalho não é sua propriedade – ele pertence à empresa. Estes arquivos podem ser facilmente acessados, não apenas pela equipe de TI, mas também por outros funcionários. Vale notar que algumas empresas utilizam ferramentas de segurança que, se detectarem uma violação, começam a limpar os arquivos. Se seu computador for infectado por malware, as medidas de segurança tomadas para tentar se livrar de problemas podem remover seus arquivos pessoais, também. Em vez disso, considere manter um pen drive/unidade flash USB para guardar quaisquer dados pessoais.

2. Evite salvar senhas pessoais no pen-drive do seu dispositivo de trabalho

Muitas pessoas acessam suas contas que não são de trabalho usando seus computadores de trabalho. No entanto, você está se expondo ao risco de compartilhar seus dados pessoais com a equipe de TI. Lembre-se, as transações criptografadas não são impenetráveis. Com os conhecimentos e ferramentas adequadas, os hackers podem acessar seus dados pessoais rapidamente.

3. Evite expressar opiniões fortes em bate-papos da empresa

. Como as salas de bate-papo como Slack, Campfire e Google Hangout se tornam cada vez mais úteis para a colaboração de equipes, é fácil usá-las como se você estivesse tendo uma conversa com colegas. No entanto, essas mensagens são armazenadas em um servidor e são tão recuperáveis quanto os e-mails. Vale a pena lembrar que o empregador, além de ver o que você digitou no bate-papo da empresa, pode também ver todo o bate-papo em detalhe.

4. Assuma que o seu tráfego de internet é monitorado

Muitos empregadores monitoram o tráfego de internet dos funcionários. Mesmo que o seu empregador não preste muita atenção aos seus hábitos de navegação, ainda assim é uma boa ideia evitar fazer certos negócios pessoais – como trabalhar num segundo emprego – no computador da sua empresa. Trate o seu computador de trabalho como um computador emprestado – o que é. Pergunte a si mesmo se o seu empregador ficaria satisfeito com o conteúdo que você está navegando. Se a resposta for não, evite usar o equipamento da empresa para fazê-lo.

5. Tenha cuidado com o seu computador quando estiver em público

Ao trabalhar remotamente, pode ser tentador agarrar o seu computador portátil e iniciar sessão em Wi-Fi público gratuito. No entanto, lugares que oferecem Wi-Fi gratuito, como a cafeteria do bairro, podem abri-lo à fraude. Isto porque os criminosos cibernéticos podem criar redes falsas que parecem reais, mas não são. Para garantir a privacidade na internet em Wi-Fi público, é uma boa ideia usar uma VPN e seguir dicas de segurança.

6. Verifique que software de monitoramento está em execução no seu computador

É a melhor prática de RH para os empregadores serem transparentes sobre qual software de monitoramento eles podem estar em execução. O seu manual do empregado é um excelente local para descobrir. Se o seu manual não contém detalhes, a informação geralmente é fácil de encontrar. Tal software pode não ser iniciado em uma barra de tarefas, mas muitos ainda estão localizados dentro de “adicionar/remover programas” Em um Mac, eles aparecerão como um aplicativo ou serviço. Uma pesquisa rápida no Google deve revelar as capacidades do software. Não é uma boa ideia tentar remover o software, o que pode chamar a atenção para você.

7. Evite permitir que colegas de outros departamentos acedam remotamente ao seu computador de trabalho

O software de acesso remoto permite que outros assumam o controle de sua máquina e é frequentemente utilizado pelo departamento de TI quando fornece suporte de TI. Evite permitir que outros fora do departamento de TI assumam o controle de seu dispositivo.

8. Usar software antivírus

Evite que o malware comprometa o seu trabalho e os sistemas do seu empregador, utilizando uma boa solução de software antivírus. Um programa abrangente de segurança cibernética, como o Kaspersky Total Security, ajudará a detectar ameaças em toda o sistema e fornecerá proteção contra malware.

9. Certifique-se de que o seu sistema e programas estão atualizados

Certifique-se de que seus programas e o sistema operacional estão executando a última versão para melhorar sua segurança. Habilite atualizações automáticas para proteger seus sistemas.

10. Preste atenção ao Wi-Fi e à segurança da rede

Melhore a sua segurança Wi-Fi criptografando a sua rede. Se o seu Wi-Fi requer uma senha, isso é um bom começo. Caso contrário, acesse as configurações do seu roteador para alterar isso. As senhas padrão para acessar as configurações do roteador podem ser um elo fraco em Wi-Fi e segurança de rede. Se você nunca fez isso antes, mude a senha do seu roteador. Um atacante pode ter acesso aos seus dispositivos através do roteador.

11. Proteja a sua privacidade online com uma VPN

Se estiver usando seu próprio computador para trabalho remoto, utilize uma VPN como a Kaspersky Secure Connection para criptografar seus dados e protegê-los de olhares intrometidos. Ao utilizar uma VPN, toda a sua atividade na internet é criptografada. A única coisa que o seu empregador pode ver é o endereço IP do servidor VPN e as algaraviadas impossíveis de quebrar. No entanto, tenha isso em mente:

  • UmaVPN esconde as suas atividades online do seu empregador em tempo real, mas o seu histórico de navegação pode ser acessível mais tarde no seu dispositivo.
  • Instalar software VPN num computador de trabalho às vezes requer direitos de administrador que você pode não ter. Uma maneira fácil deesconder as suas atividades na internet é com uma extensão VPN Chrome (que também funciona com o Firefox). Ele foi projetado especificamente para funcionar apenas em navegadores e não requer nenhum privilégio administrativo ao adicioná-lo.
  • A maneira mais fácil de manter o histórico de navegação escondido do seu empregador é combinar uma VPN e uma janela incógnita. Uma janela incógnita apagará imediatamente todos os arquivos de histórico de navegação e cookies, uma vez fechados. As janelas incógnitas existem em qualquer navegador e são úteis para manter a privacidade na internet.

Se você já está usando uma VPN instalada pelo seu próprio empregador:

  • Usar uma VPN de trabalho significa que todo o seu tráfego daquele dispositivo é descriptografado nos servidores da empresa e todos os sites que visitar podem ser vistos pelo seu empregador.
  • No entanto, a sua rede local não pode ser acessada pelo empregador. A informação de navegação em outros dispositivos não é exposta.

12. Evite compartilhar demais a sua tela

Durante as reuniões online, tenha cuidado ao compartilhar sua tela. Se possível, não deixe nenhuma janela aberta que não queira compartilhar. Você pode acidentalmente compartilhar conteúdo que não é para ser visto por outros. O mesmo se aplica a webcams, onde você pode arriscar a privacidade de membros da família ao fundo.

13. Tenha cuidado com o que você compartilha nas mídias sociais

Postar demasiada informação nas redes sociais pode facilitar aos criminosos cibernéticos a recolha de informação sobre si. Para maximizar a sua privacidade online, é uma boa ideia:

  • Evite divulgar seus movimentos, como planos de viagem, pois isso avisa as pessoas que você estará longe de sua casa durante esse período. Embora menos excitante, é melhor compartilhar fotos de férias quando você voltar, para evitar publicidade para o mundo de que sua casa pode estar desacompanhada.
  • Evite divulgar muitas informações, como a sua data de nascimento ou local de trabalho, em qualquer seção sobre ou biografia de um perfil de redes sociais. Evite postar seu endereço residencial ou número de telefone em qualquer fórum público.
  • Verifique se a plataforma de mídia social que você está usando adiciona dados de localização aos seus posts e, se isso acontecer, desligue essa configuração. Na maioria das vezes, não é necessário compartilhar a sua localização publicamente.
  • Evite os questionários divertidos que ocasionalmente fazem as rondas nas redes sociais. Muitas vezes estes podem fazer perguntas como o seu animal de estimação favorito ou onde você foi à escola. Estes tipos de perguntas são frequentemente usados como perguntas de segurança, por isso tornar estas respostas públicas pode facilitar a entrada de hackers nas suas contas online.
  • Cuidado com os brindes e concursos. Muitos são legítimos, mas alguns são fraudes disfarçadas. Ao compartilhá-los nas redes sociais, você poderia, sem saber, espalhar malware ou enganar as pessoas para que elas entregassem seus dados sensíveis.

14. Use senhas fortes

Uma senha forte é aquela que é difícil de adivinhar e inclui uma combinação de letras maiúsculas e minúsculas mais números e símbolos. Evite usar a mesma senha para várias contas. É uma boa ideia mudar as palavras-passe regularmente. Uma ferramenta de gerenciamento de senhas pode ajudar.

15. Proteja os seus dispositivos móveis

Garantir que você tem uma senha que não é facilmente adivinhada para acessar seu telefone é um passo básico. Ter a certeza de baixar aplicativos e jogos apenas de lojas de aplicativos legítimas é outra. Não faça jailbreaking ou rooting no seu telefone – isso pode dar aos hackers uma forma de sobrescrever as suas configurações e instalar o seu próprio software malicioso. Considere o download de um aplicativo que pode permitir que você apague todos os dados do seu telefone remotamente, para que se o seu telefone for roubado, você possa apagar suas informações facilmente. Mantenha-se atualizado com todas as atualizações de software e tenha cuidado ao clicar nos links online, da mesma forma que o faria num laptop ou PC.

16. Tenha em mente as permissões dos aplicativos

Um aplicativo que requer acesso à sua câmera, microfone, serviços de localização, calendário, contatos e contas de mídia social é uma ameaça potencial à sua privacidade online. Além de estar ciente das permissões dos aplicativos, considere a eliminação de dados, programas e contas que você não usa mais. Quanto mais programas ou aplicativos você tiver em execução, maior a chance de um deles ser comprometido.

17. Esteja atento a golpes de phishing

Os Phishers tentam fazer-se passar por organizações bem conhecidas, como bancos ou retalhistas de alto nível, numa tentativa de obter as suas credenciais de usuário, ou de entregar malware ao seu dispositivo através de links ou anexos suspeitos em mensagens de e-mail. Evite clicar em anexos ou links de remetentes desconhecidos ou de e-mails de aparência suspeita. Se você acha que sua conta está em perigo, vá diretamente para o site relevante digitando o endereço na barra de URL no seu navegador, em vez de clicar no link da mensagem.

18. Use a autenticação de dois fatores onde você pode

Isso aumenta sua segurança online exigindo uma segunda forma de verificação de ID além de suas senhas, como um código SMS enviado para seu telefone, uma impressão digital ou um dongle/fob de segurança que você pode conectar via USB.

Desde o início da pandemia, todos nós passamos mais tempo online. Isto requer vigilância quando se trata de privacidade online. Uma ferramenta útil para você verificar as configurações de privacidade de diferentes plataformas e dispositivos é o Verificador de Privacidade da Kaspersky. Ao seguir as melhores práticas de segurança cibernética, você pode proteger tanto a privacidade do dispositivo e da internet.

Removendo o ransomware | Descriptografando os dados: como acabar com o vírus

Em uma infecção por ransomware, seus dados são criptografados ou seu sistema operacional é bloqueado por cibercriminosos. Esses criminosos normalmente exigem o pagamento de um resgate em troca da descriptografia dos dados. O ransomware pode entrar em um dispositivo de muitas maneiras diferentes. As rotas mais comuns incluem infecções em sites maliciosos, add-ons indesejados em downloads e spam. Os alvos dos ataques de ransomware incluem tanto indivíduos como empresas. Várias medidas podem ser tomadas para se proteger contra ataques de ransomware, com um olhar atento e o software certo sendo passos importantes na direção certa. Um ataque de ransomware significa perda de dadosgasto de grandes quantias de dinheiro ou ambos.

Detectando um ransomware

Como saber se o computador está infectado? Estas são algumas maneiras de detectar um ataque de ransomware:

  • O verificador antivírus dispara um alarme. Se o dispositivo tiver um verificador de vírus, ele poderá detectar a infecção por ransomware com antecedência, a menos que ele seja contornado.
  • Verifique a extensão do arquivo. Por exemplo, a extensão normal de um arquivo de imagem é “.jpg”. Se essa extensão tiver mudado para uma combinação de letras desconhecida, pode haver uma infecção por ransomware.
  • Mudança de nome. Os arquivos têm nomes diferentes daqueles que você definiu? O programa malicioso muitas vezes altera o nome do arquivo quando criptografa os dados. Isso também pode ser uma pista.
  • Aumento da atividade da CPU e do disco. O aumento da atividade do disco ou do processador principal pode indicar que o ransomware está funcionando em segundo plano.
  • Comunicação de rede duvidosa. A interação do software com o cibercriminoso ou com o servidor do hacker pode resultar em uma comunicação de rede suspeita.
  • Arquivos criptografados. Um sinal tardio de atividade de ransomware é que os arquivos não podem mais ser abertos.

Finalmente, uma janela contendo um pedido de resgate confirma a existência de uma infecção por ransomware. Quanto antes a ameaça for detectada, mais fácil será combater o malware. A detecção precoce de uma infecção por cavalo de Troia de criptografia pode ajudar a determinar que tipo de ransomware infectou o dispositivo. Muitos cavalos de Troia de extorsão se eliminam depois que a criptografia é executada, de modo que não possam ser examinados e descriptografados.

Ocorreu uma infecção por ransomware: quais são as suas opções?

O ransomware geralmente se divide em dois tipos: ransomware de bloqueio e ransomware de criptografia. Um ransomware de bloqueio trava a tela inteira, enquanto o ransomware de criptografia criptografa “apenas” arquivos individuais. Independentemente do tipo de cavalo de Troia de criptografia, as vítimas geralmente têm três opções:

  1. Eles podem pagar o resgate e esperar que os cibercriminosos cumpram com sua palavra e descriptografem os dados.
  2. Eles podem tentar remover o malware usando as ferramentas disponíveis.
  3. Eles podem restaurar o computador com as configurações de fábrica.

Como remover cavalos de Troia de criptografia e descriptografar os dados

Tanto o tipo de ransomware como o estágio em que a infecção é detectada têm um impacto significativo na luta contra o vírus. A remoção do malware e a restauração dos arquivos não é possível com todas as variantes de ransomware. Aqui estão três maneiras de combater uma infecção.

Detecção de um ransomware: quanto antes, melhor!

Se o ransomware for detectado antes do pedido de resgate, você tem a vantagem de poder excluir o malware. Os dados que foram criptografados até este ponto permanecem criptografados, mas o ransomware pode ser parado. A detecção precoce significa que o malware pode ser impedido de se espalhar para outros dispositivos e arquivos.

Se você fizer backup dos seus dados externamente ou em um armazenamento em nuvem, você poderá recuperar seus dados criptografados. Mas o que fazer se você não tiver um backup de seus dados? Recomendamos que você entre em contato com o fornecedor de sua solução de segurança de Internet. Talvez já exista uma ferramenta de descriptografia para o ransomware de que você foi vítima.

Instruções para remover o ransomware de criptografia de arquivos

Se foi vítima de um ataque de ransomware de criptografia de arquivo, você pode seguir estas etapas para remover o cavalo de Troia de criptografia.

Etapa 1: Desconecte-se da Internet

Primeiro, remova todas as conexões, tanto virtuais como físicas. Isso inclui dispositivos sem fio e com fio, discos rígidos externos, qualquer mídia de armazenamento e contas na nuvem. Isso impede a propagação do ransomware dentro da rede. Se você suspeitar que outras áreas foram afetadas, execute as seguintes etapas de backup para essas áreas também.

Etapa 2: Realize uma investigação com seu software de segurança de Internet

Execute uma verificação antivírus usando o software de segurança de Internet que você tem instalado. Isso ajudará a identificar as ameaças. Se forem encontrados arquivos perigosos, você pode excluí-los ou colocá-los em quarentena. É possível excluir os arquivos maliciosos de forma manual ou automática usando o software antivírus. A remoção manual do malware só é recomendada para usuários com conhecimentos de informática.

Etapa 3: Use uma ferramenta de descriptografia de ransomware

Se o seu computador estiver infectado com um ransomware que criptografa dados, você precisará de uma ferramenta de descriptografia apropriada para recuperar o acesso. Na Kaspersky, estamos constantemente investigando os tipos de ransomware mais recentes para que possamos fornecer ferramentas de descriptografia apropriadas para combater esses ataques.

Etapa 4: Restaure o backup

Se você fez backup dos dados externamente ou em um armazenamento na nuvem, crie um backup dos dados que ainda não foram criptografados pelo ransomware. Se você não tiver nenhum backup, limpar e restaurar o seu computador será muito mais difícil. Para evitar essa situação, é recomendável que você faça backups regularmente. Se você tende a esquecer essas coisas, use os serviços de backup automático na nuvem ou marque compromissos no seu calendário para lembrá-lo.

Como remover ransomware de bloqueio de tela

No caso de um ransomware de bloqueio de tela, a vítima é confrontada primeiro com o desafio de conseguir acessar o software de segurança. Ao iniciar o computador no Modo de Segurança, há a possibilidade de que a ação de bloqueio de tela não seja carregada e a vítima possa usar o seu programa antivírus para combater o malware.

Pagar o resgate: sim ou não?

Geralmente, não é recomendávelpagar resgates. Tal como a política de não negociação em uma situação real com reféns, uma abordagem semelhante deve ser seguida quando os dados são tomados como reféns. O pagamento do resgate não é recomendado porque não há nenhuma garantia de que os criminosos realmente cumprirão com a promessa e descriptografarão os dados. Além disso, o pagamento pode incentivar esse tipo de crime, o que deve ser evitado a todo custo.

Se tiver a intenção de pagar o resgate mesmo assim, você não deve remover o ransomware do seu computador. Na verdade, dependendo do tipo de ransomware ou do plano do cibercriminoso em relação à descriptografia, o ransomware pode ser a única maneira de aplicar um código de descriptografia. A remoção prematura do software tornaria o código de descriptografia (comprado a um grande custo) inutilizável. Mas se realmente recebeu um código de descriptografia e ele funciona, você deve remover o ransomware do dispositivo o mais rápido possível após os dados serem descriptografados.

Tipos de ransomware: quais são as diferenças sobre como proceder?

Existem muitos tipos diferentes de ransomware, alguns dos quais podem ser desinstalados em apenas alguns cliques. Por outro lado, no entanto, existem também variantes do vírus muito mais complexas e difíceis de remover.

Existem diferentes opções para remover e descriptografar os arquivos infectados, dependendo do tipo de ransomware. Não existe uma ferramenta de descriptografia universal que funcione para todas as diversas variantes de ransomware.

As seguintes questões são importantes quando se trata da remoção adequada do ransomware:

  • Que tipo de vírus infectou o dispositivo?
  • Existe um programa de descriptografia adequado. Em caso afirmativo, qual é o programa?
  • Como o vírus entrou no sistema?

Ryuk pode ter entrado no sistema por meio do Emotet, por exemplo, o que implica uma diferença na forma como o problema é tratado. Se for uma infecção por Petya, o Modo de Segurança é uma boa maneira de removê-lo.

Conclusão

Mesmo com as melhores precauções de segurança, um ataque de ransomware nunca pode ser excluído com toda certeza. Se o pior acontecer, um excelente software de segurança, como o da Kaspersky, uma boa preparação e uma ação cuidadosa podem ajudar a atenuar as consequências do ataque. Tendo em mente os sinais de aviso de um ataque de ransomware, você pode detectar e combater uma infecção precocemente. No entanto, mesmo que tenha sido exigido um resgate, você tem várias opções à disposição e pode escolher o que for melhor de acordo com a sua situação individual. Lembre-se de que fazer backup dos seus dados regularmente reduzirá muito o impacto de um ataqu

Conecte com segurança redes e locais remotos, com firewalls econômicos

Firewalls, viagens e sanduíches nem sempre andam de mãos dadas, mas uma recente viagem ao Arizona os tornou uma combinação perfeita. Sempre que visito o sudoeste dos EUA, vejo mais construções e um pouco menos de deserto.

Nesta viagem em especial, comecei a pensar nas novas empresas que surgem em todo o vale. Algumas eram menores e independentes, mas outras claramente faziam parte de uma rede maior.

Quando paro para almoçar em um restaurante, estou condicionado a procurar o ponto de acesso wireless. Sei que é coisa de nerd, mas está lá, em algum lugar. Começo a pensar em como o local em questão protege a rede para os funcionários e clientes que querem usar o Wi-Fi para economizar dados ou ter mais velocidade.

As empresas, como a franquia que visitei, que expandem sua presença e pagam pelo tempo e pelas despesas de colocar cada nova unidade em funcionamento. Além do local e do equipamento necessário para vender os produtos principais (ou, neste caso, sanduíches), também existe a questão da rede.

Cada unidade precisa poder se conectar com segurança ao provedor de serviço de internet (ISP) e à sede corporativa. É fundamental ter o firewall certo. Mas também é importante ter uma solução que permita que a empresa controladora abra novas unidades com rapidez e facilidade, onde quer que elas estejam localizadas.

Firewalls para empresas de pequeno e médio porte, locais remotos: Apresentando o SOHO 250 e o TZ350

A série SonicWall TZ de firewalls de Gerenciamento Unificado de Ameaças (UTM, Unified Threat Management) é ideal para escritórios pequenos e home offices, bem como para redes distribuídas com locais remotos. Acabamos de incluir dois novos modelos em nossa linha: SOHO 250 e TZ350.

Semelhantes a outros firewalls da série TZ, os novos modelos consolidam todos os recursos de segurança e de rede necessários em um local novo. Eles também são muito rápidos para processar pacotes que transitam na rede.

Com vários processadores de alta velocidade para proporcionar um desempenho ideal, esses firewalls são feitos para oferecer produtividade excepcionalmente rápida de inspeção profunda de pacotes (DPI, deep packet inspection) do tráfego criptografado e não criptografado.

Por exemplo, o SOHO 250 proporciona um aumento de 50% na produtividade de prevenção de ameaças em relação ao SOHO atual, enquanto o TZ350 proporciona um aumento de 25% em relação ao TZ300, que já é potente por si só.

Ambos incluem um controlador wireless e conectividade wireless integrada opcional. Para ampliar a cobertura wireless, é possível anexar um de nossos pontos de acesso SonicWave 4×4 ou 2×2 802.11ac Wave 2.

Implantação Zero-Touch (sem intervenção física) de Firewalls

Claro que velocidade e segurança não colocam uma nova franquia em funcionamento, especialmente se a nova unidade estiver a milhares de quilômetros de distância da sede.

Seria possível enviar alguém a cada unidade para instalar e configurar os firewalls no local, mas seria caro e demorado. O ideal seria enviar um firewall novo para cada unidade, solicitar que alguém na loja ou no escritório o ligasse, conectá-lo à Internet e enviar uma configuração predefinida para o dispositivo, e ele estaria funcionando.

Parece bom demais para ser verdade, não é mesmo? Mas é isso que acontece com a Implantação Zero-Touch da SonicWall (sem intervenção física).

Disponível no Capture Security Center, o console de gerenciamento central na nuvem da SonicWall, a Implantação Zero-Touch simplifica a implantação e a configuração de firewalls em locais remotos.

Basta registrar o novo firewall SOHO 250 ou TZ350, enviá-lo para o novo local, solicitar que alguém o ligue e conectar o dispositivo à Internet. Pronto: ele está funcionando e pode ser gerenciado.

Em seguida, a configuração e as políticas que você criou podem ser enviadas para o firewall por meio do Capture Security Center, que também possibilita o gerenciamento central na nuvem dos firewalls e dos pontos de acesso wireless.

SonicOS 6.5.4: Novos Recursos e Aprimoramentos

Os firewalls das séries SOHO 250 e TZ350 executam o SonicOS 6.5.4, a versão mais recente do sistema operacional da SonicWall para nossos firewalls da próxima geração. O SonicOS 6.5.4 inclui mais de 25 novos recursos e aprimoramentos que abrangem redes, segurança, tecnologia wireless, autenticação, registro e auditoria e muito mais.

Um recurso importante no SonicOS para organizações com locais remotos e filiais é o Secure SD-WAN. A conexão de locais para compartilhar aplicativos na nuvem importantes para os negócios pode sair cara. Em vez de depender de tecnologias de WAN antigas mais caras, como o MPLS, as organizações usam o Secure SD-WAN para conectar locais por meio de serviços de Internet de baixo custo disponíveis ao público, como banda larga, cabo e 3G/4G. Assim, elas podem enviar os aplicativos de SaaS para cada local de forma segura e confiável por um preço muito mais acessível.

Se você tem um escritório pequeno ou um home office ou uma franquia que pertença a uma organização maior, a SonicWall tem um firewall da série TZ ideal para satisfazer suas necessidades e seu orçamento.

 

 

Apocalipse do cryptojacking: como derrotar os quatro cavaleiros da mineração de criptomoedas

Apesar das flutuações de preços do bitcoin e de outras criptomoedas, o cryptojacking continua sendo uma ameaça grave — e muitas vezes oculta — para negócios, empresas de pequeno e médio porte e consumidores em geral.

E a mais discreta dessas ameaças é a mineração de criptomoedas pelo navegador, na qual formas populares de malware tentam transformar seu dispositivo em um robô de mineração de criptomoedas em tempo integral, chamado cryptojacker.

Para ajudá-lo a entender essa tendência de forma criativa, vou recorrer a meu treinamento clássico e exagerar um pouco. Se você olhar para a onda do cryptojacking como um apocalipse, assim como algumas de suas vítimas, os Quatro Cavaleiros seriam as quatro ameaças ao endpoint ou aos negócios:

  • Cavalo Branco: a energia que ele consome ou desperdiça
  • Cavalo Vermelho: a perda de produtividade pela limitação de recursos
  • Cavalo Preto: os danos que ele pode causar a um sistema
  • Cavalo Amarelo: as implicações de segurança decorrentes das vulnerabilidades criadas

Ao contrário do ransomware, que quer ser encontrado (para pedir pagamento), o cryptojacker é executado em segundo plano de forma invisível (mesmo que o gráfico de desempenho da CPU ou a ventoinha do dispositivo indique que algo esteja estranho).

Os criadores de ransomware mudaram de rumo ao longo dos últimos dois anos e passaram a usar mais o cryptojacking, pois a eficácia e o ROI de um determinado tipo de ransomware diminuem assim que ele é exposto em feeds públicos como o VirusTotal.

Como qualquer outra pessoa que administra um negócio altamente lucrativo, os cibercriminosos precisam sempre buscar novas maneiras de atender as suas metas financeiras. O cryptojacking está sendo usado para lidar com esse desafio.

Em abril de 2018, a SonicWall começou a acompanhar as tendências do cryptojacking, mais precisamente a utilização do Coinhive no malware. Ao longo do ano, observamos o recuo e o avanço do cryptojacking. Durante esse tempo, a SonicWall registrou quase 60 milhões de ataques de cryptojacking, com até 13,1 milhões em setembro de 2018. Conforme publicado no Relatório de Ameaças Cibernéticas da SonicWall 2019, o volume caiu durante o último trimestre de 2018.

Ataques globais de cryptojacking | De abril a setembro de 2018

A sedução da mineração de criptomoedas

As operações de mineração de criptomoedas tornaram-se cada vez mais populares, atualmente representando quase 0,5% do consumo de eletricidade no mundo. Apesar das fortes oscilações no preço, cerca de 60% do custo da mineração legítima de bitcoin é resultado de consumo de energia. Na verdade, enquanto eu escrevia este texto, o preço de um bitcoin era inferior ao custo da mineração legítima.

Com esses custos e risco zero em relação à compra e à manutenção de equipamentos, os cibercriminosos têm fortes incentivos para gerar criptomoedas com os recursos de outra pessoa. Dez máquinas infectadas com um cryptominer podem render até US$ 100 por dia; assim, o desafio para os cryptojackers é triplo:

  1. Encontrar alvos, ou seja, organizações com muitos dispositivos na mesma rede, especialmente escolas ou universidades.
  2. Infectar o maior número de máquinas possível.
  3. Manter seu caráter oculto durante o máximo de tempo possível (ao contrário do ransomware e mais semelhante ao malware tradicional).

Os cryptojackers utilizam técnicas semelhantes àquelas do malware para entrar sorrateiramente em um endpoint: downloads por direcionamento, campanhas de phishing, vulnerabilidades no navegador e plugins do navegador, entre outras. E, claro, eles miram no elo mais fraco — as pessoas — por meio de técnicas de engenharia social.

Estou infectado por cryptominers?

Os cryptominers estão interessados em seu poder de processamento, e o lucro dos cryptojackers depende do que eles roubam. A quantidade de recursos que eles obtêm de sua CPU depende dos objetivos.

Quanto menos energia é consumida, mais difícil é para os usuários desprevenidos perceberem. Roubos maiores aumentam os lucros. Em ambos os casos, o desempenho será afetado; mas, se o limiar for baixo o suficiente, poderá ser difícil distinguir um minerador de um software legítimo.

Os administradores de empresas podem procurar processos desconhecidos no ambiente, e os usuários finais do Windows devem abrir o Sysinternals Process Explorer para ver o que estão executando. Pelo mesmo motivo, os usuários do Linux e do MacOS devem investigar usando o Monitor do Sistema e o Monitor de Atividade, respectivamente.

Como defender-se contra cryptominers

O primeiro passo na defesa contra cryptominers é deter esse tipo de malware no gateway, seja com firewalls, seja com segurança de e-mail (segurança do perímetro), que é uma das melhores maneiras de remover ameaças de arquivos conhecidas.

Como as pessoas gostam de reutilizar códigos antigos, capturar cryptojackers como o Coinhive também seria um primeiro passo simples. No entanto, o Coinhive anunciou publicamente, em fevereiro de 2019, que encerraria as operações no dia 8 de março. O serviço declarou que já não era “economicamente viável” e que a “quebra” havia afetado gravemente o negócio.

Apesar da notícia, a SonicWall prevê que ainda haverá uma onda de novas variantes e técnicas de cryptojacking para preencher essa lacuna. O cryptojacking ainda pode se tornar o método favorito de agentes mal-intencionados em razão de seu caráter oculto; danos pequenos e indiretos às vítimas reduzem a possibilidade de exposição e prolongam o valioso tempo de vida de um ataque bem-sucedido.

Se o tipo de malware for desconhecido (novo ou atualizado), ele contornará os filtros estáticos na segurança do perímetro. Se um arquivo for desconhecido, ele será encaminhado a uma área restrita para que seja feita a inspeção da natureza do arquivo.

O sandbox multimotor Capture Advanced Threat Protection (ATP) da SonicWall é projetado para identificar e deter o malware evasivo que pode escapar de um motor, mas não dos outros.

Se você não tem um endpoint nesse cenário comum (por exemplo, em roaming no aeroporto ou no hotel), precisará implantar um produto de segurança de endpoint que inclua detecção de comportamento.

Os cryptominers podem operar no navegador ou ser distribuídos por meio de um ataque sem arquivo, de modo que as soluções legadas que você recebe gratuitamente com um computador não consigam detectá-los.

Um antivírus baseado em comportamento, como o SonicWall Capture Client, detectaria que o sistema quer fazer mineração de moedas e, em seguida, encerraria a operação. Um administrador pode facilmente colocar o malware em quarentena e excluí-lo ou, no caso de algo realmente causar danos aos arquivos do sistema, retornar o sistema para o último estado seguro detectado antes da execução do malware.

Com uma combinação de defesas de perímetro e análise comportamental, as organizações podem combater as mais recentes formas de malware, independentemente de qual seja a tendência ou a intenção.

 

 

Impulsione a Experiência do Usuário de Wi-Fi: Rápido, Seguro e Fácil de Gerenciar

Todos nós enfrentamos problemas com Wi-Fi em algum momento – de vez em quando ou diariamente. Eu já passei por isso, e sei que pode ser bastante frustrante! Em um mundo onde tudo está conectado, isso pode levar a um efeito cascata.

Você não apenas precisa manter seus usuários satisfeitos, mas também garantir que dispositivos médicos, iluminação, dispositivos portáteis , dispositivos inteligentes e até mesmo seus refrigeradores tenham acesso Wi-Fi. Para assegurar uma conectividade perfeita e constante, precisamos garantir que o Wi-Fi consiga acompanhar as tendências da rede.

A SonicWall garante isso, trazendo novos recursos e aprimoramentos em sua linha de produtos. Nosso portfólio de Wi-Fi agora inclui SonicWave 802.11ac Wave 2 access points e um painel de gerenciamento baseado na nuvem.

O SonicWall WiFi Cloud Manager (WCM) é um sistema de gerenciamento de rede Wi-Fi centralizado e escalonável, simplificando o acesso wireless, de recursos e de controle e solução de problemas em redes de qualquer tamanho ou região. Acessível através do SonicWall Capture Security Center, o WCM unifica vários usuários, locais e zonas e, ao mesmo tempo, suporta dezenas de milhares de SonicWave wireless access points (APs).

Quais são algumas das novas características e melhorias adicionadas ao WCM?

Por mais que a nova versão do WCM ofereça novos recursos e aprimoramentos, neste blog discutiremos os cinco principais recursos e seus benefícios. Essas melhorias são significativamente benéficas para os mercados de ensino superior, governo, varejo e hospitalidade.

Amplifique as experiências dos usuários com o Captive Portal

Você já entrou em um hotel e, depois de se conectar à rede Wi-Fi, foi solicitado o login, usando o número do seu quarto e algumas informações pessoais? É exatamente isso que um captive portal permite.

Um captive portal é uma página web (também chamada de tela inicial) exibida antes que o usuário possa acessar a Internet usando um desktop ou dispositivo móvel. Com o suporte do SonicWall Captive Portal, as empresas podem ampliar a conscientização da marca e a satisfação do cliente, fornecendo telas personalizáveis para acesso Wi-Fi.

Este portal também fornece acesso personalizado aos usuários convidados por meio de sua página inicial. Além disso, os dados de login podem ser coletados e redirecionados para fins de marketing. O Captive Portal controla o uso de dados na rede e fornece proteção legal, pois os usuários podem ser obrigados a concordar com os termos e condições estabelecidos pela empresa.

Aumente o desempenho wireless

Uma escola é um exemplo de um caso de uso de alta densidade. Os alunos estão reunidos em salas de aula, corredores e auditórios e ainda esperam conectividade Wi-Fi ininterrupta e experiência superior. Como você garante cobertura perfeita e alto desempenho nesses espaços?

Os aprimoramentos de radiofrequência (RF) fornecem desempenho Wi-Fi superior. Recursos como Global Dynamic Channel Selection (DCS) e Radio Resource Management  (RRM) proporcionam desempenho máximo, sempre permitindo que os access points escolham os melhores canais e aumentem a conectividade em ambientes multi-AP. Além disso, minimiza a interferência de canais vizinhos por meio da atribuição automática de canal e energia. Dessa maneira, os APs estão sempre usando os melhores canais e níveis de energia. Esse recurso usa o terceiro raio nos SonicWave access points para análise, não afetando o desempenho nos rádios de atendimento ao cliente.

Aprimore a segurança Wi-Fi

De acordo com o Relatório de Ameaças Cibernéticas da SonicWall 2020, os Pesquisadores de Ameaças do SonicWall Capture Labs registraram 9,9 bilhões de ataques de malware em 2019. Enquanto isso, ocorreram sérios vazamentos e exposições de dados, como o que afetou o Canva, que deixou 139 milhões de credenciais expostas no setor educacional.

Os cibercriminosos estão encontrando novas maneiras de atacar. Os alvos chaves de ransomware e de ataque de phishing incluem instituições educacionais, hospitais e instituições governamentais.

Está se tornando cada vez mais crítico garantir segurança máxima aos usuários finais, independentemente de como eles estejam conectados – com ou sem fio. Para garantir a melhor proteção por Wi-Fi, a SonicWall oferece serviços avançados de segurança em seus access points. Esses serviços de segurança incluem o sandbox multimotor Capture Advanced Threat Protection (ATP), o Serviço de Filtragem de Conteúdo e muito mais.

Nesta versão, os serviços de segurança avançados receberam uma atualização. Adicionamos suporte a Cloud-AV com multimotor para fornecer maior segurança e eficiência. Isso funciona como uma “pré-verificação” para o sandboxing Capture  ATP. É uma camada de segurança adicional para filtrar dados que passam pela rede Wi-Fi. Melhora a eficiência armazenando em cache assinaturas conhecidas, reduzindo assim o número de arquivos enviados para análise na nuvem.

Controle a largura da banda e priorize o tráfego

Esse recurso permite que os administradores controlem o uso de dados na rede. Com base no uso e nas necessidades da rede, os dados podem ser alocados ou limitados. Ao utilizar o Wi-Fi durante um evento, você pode perceber que o desempenho diminui à medida que a carga na rede aumenta. Muito provavelmente, o administrador da rede aplicou restrições na largura de banda.

Com o Wireless Bandwidth Management Control (BWM), as organizações podem impor restrições de largura de banda em suas redes Wi-Fi. Ele permite que os administradores definam valores de largura de banda e priorizem o tráfego na rede.

Analisar o espectro de RF

Os canais de rádio Wi-Fi são limitados e geralmente estão saturados, o que leva a interferências. Quando a interferência aumenta, o desempenho do Wi-Fi diminui. A interferência de RF pode ser melhor analisada através da análise do espectro. Esse recurso fornece visualização do espectro de RF e permite um entendimento profundo do ambiente de RF, para que você possa detectar anomalias rapidamente e mitigá-las.

 

 

A Segurança Cibernética e as Lições do Setor Financeiro

Vários estudos correlacionam a pandemia de Covid-19 com o avanço da transformação digital em empresas de todo o mundo. A conclusão, para a maioria, é que houve uma aceleração avassaladora na utilização de tecnologias em processos de gestão, na produção, na prestação de serviços e no atendimento ao cliente, mas também chama a atenção o fato de que este avanço da vida digital elevou, em igual ou maior proporção, os riscos a que os negócios ficam expostos quando ingressam nesta jornada eletrônica.

Na esteira da digitalização, o holofote sobre eventos ligando o vazamento de informações à vulnerabilidade das empresas na internet amplifica as dúvidas sobre a eficiência da infraestrutura de proteção de dados e das políticas de segurança cibernética. Você já se perguntou, por exemplo, em que medida a sua infraestrutura de segurança está preparada para barrar as principais ameaças cibernéticas? Ou de que forma é possível saber o que funciona ou não frente a um episódio de risco?

Perguntas como estas nortearam o estudo global de segurança Cisco 2021 Security Outcomes Study. Em vez de apontar as tendências de ameaças, o estudo traz insights apurados junto a 4800 profissionais de 25 países para auxiliar na decisão sobre em quais situações devemos concentrar esforços. A pesquisa indica as práticas que promovem maior segurança para que os profissionais possam aperfeiçoar a gestão de riscos, habilitar os negócios e operar com eficiência.

Os entrevistados foram questionados sobre o nível de sucesso da empresa deles em 11 resultados de segurança de alto nível, divididos em três objetivos principais: viabilização dos negócios, gerenciamento de riscos e operação eficiente.

Um dos desdobramentos deste estudo lança luz sobre as empresas de serviços financeiros. O setor, que se destaca pelos investimentos contínuos e de grande monta em tecnologia e por aquilo que atrai no crime cibernético, está também entre os que mais investem em segurança cibernética e é o que mais extrai valor desta prática.

Este destaque é particularmente interessante porque o setor de serviços financeiros está submetido a rígidas regras regulatórias e, apesar de registrar falhas, se sobressai em vários itens quando comparado a outras indústrias. No aspecto regulatório, por exemplo, 54,7% dos profissionais do setor de serviços financeiros afirmam que estão cumprindo as normas de conformidade; e 52,5%, que estão ganhando a confiança dos executivos no programa de segurança. Comparativamente, a taxa média geral de sucesso do programa de segurança em todas as empresas e setores é de 42%.

Como ocorre no estudo principal, os resultados geralmente mostram níveis mais elevados de sucesso para o tema “Gerenciamento de Riscos”, não tão elevados para  “Eficiência Operacional” e variam para “Viabilização dos Negócios”. No entanto, as semelhanças terminam aqui no comparativo entre o setor de serviços financeiros e os demais, pois os programas de segurança no setor de serviços financeiros relatam taxas de sucesso visivelmente mais altas em todos os resultados.

Com alto índice de digitalização, alto risco e grande volume de transações, não resta alternativa ao setor de serviços financeiros senão aportar recursos financeiros e esforços operacionais ao combo que reúne ferramentas, políticas de segurança cibernética e monitoramento. O estudo patrocinado pela Cisco traz, em detalhes, as lições deste setor para os demais segmentos e assim contribui para a redução dos riscos na jornada digital dos negócios.

 

Para maiores informações, entre em contato conosco

 

Trabalho Remoto: 5 formas como a Cisco pode te ajudar

Desde muito antes dos tempos de pandemia, a Cisco mantém seu compromisso de capacitação dos trabalhadores para serem produtivos em qualquer lugar, otimizando cada experiência única de trabalho para desempenho, custo e segurança, fornecendo a possibilidade de expandir as soluções empresariais para a casa do colaborador. Sabe aquela tecnologia do trabalho que você acha o máximo? Pense em como seria incrível poder utilizar a mesma tecnologia aonde quer que o colaborador da sua empresa esteja. Essa é a ideia!

A tendência para uma força de trabalho melhor distribuída continua aumentando e trazendo novos benefícios para empregadores e trabalhadores. Mas as pessoas ainda precisam se sentir conectadas e produtivas quando estão trabalhando remotamente – e elas esperam que a tecnologia as ajude a fazer isso de qualquer lugar, utilizando qualquer dispositivo. Então trago para vocês aqui cinco dicas simples para manter sua cultura de trabalho em casa enquanto protege seus funcionários e ativos corporativos.

1) Educação: segurança é uma responsabilidade coletiva. Eduque sua força de trabalho para adotar práticas seguras. Os funcionários esperam que a tecnologia os acompanhe aonde quer que vão – mas estar longe do escritório os expõe (e a sua organização) a ameaças de novas maneiras. Por isso, as equipes de TI e segurança precisam trabalhar em conjunto, e também se unir a outras áreas da organização, para garantir que a experiência de trabalho remoto seja segura, onde quer que os usuários estejam. Reuniões quinzenais ou mensais sobre segurança com canal aberto para dúvidas é uma boa recomendação. Ferramentas para teste, treinamento e simulações de phishing, sabia que a Cisco possui uma solução para isso? É o Cisco Security Awareness.

2) MFA: utilize Cisco Duo para verificar se a pessoa é quem ela diz ser, e mais, se o dispositivo que ela utiliza não traz nenhum risco para sua organização. A autenticação multifatorial é uma primeira camada simples de segurança que todas as empresas precisam antes de poderem conceder acesso aos ativos da empresa. Sem uma solução de MFA, credenciais expostas ou comprometidas de alguma forma, são como um ingresso para acesso não autorizado a qualquer informação.

3) Segurança na camada de DNS: você sabia que a maioria dos ataques de ransomware utiliza comunicação de retorno (call back) para estruturas de comando e controle (C&C) na porta 53 (DNS) e não somente nas portas 80 e 443 (http e https respectivamente)?

“According to the Cisco report, more than 91 percent of attacks use DNS in some way, either to communicate with a control servers, exfiltrate data from targets, or receive new commands to infiltrate networks further.” Fonte

Isso significa que o seu firewall ou sua solução de web proxy muito provavelmente não ofereceriam proteção, já que esses tipos de soluções normalmente não monitora o tráfego DNS. Então a sugestão fica para o Cisco Umbrella, que ajuda na defesa contra ameaças de segurança em qualquer ponto de entrada. A solução funciona como serviço de DNS recursivo que entrega segurança a partir da tradução de domínios, e pode entregar vários outros serviços em nuvem para apoiar a sua empresa na estratégia SASE, como CASB, proxy completo na nuvem, DLP, cloud malware e inclusive serviços de firewall.

4) Proteção de usuários em roaming: com a necessidade de habilitar acesso seguro de qualquer lugar, muitas empresas investem em soluções de VPN, um túnel seguro entre usuários e aplicações para que os funcionários possam se manter produtivos e conectados quando estão na estrada ou trabalhando em casa. E claro, isso ajuda a garantir que apenas usuários aprovados entrem, fornecendo o nível certo de segurança sem comprometer a experiência do usuário (até certo ponto), mas em um mundo onde as aplicações não estão mais no perímetro corporativo, como entregar segurança da mesma forma? Aí que entra o Cisco Umbrella Roaming Client, um conector gratuito instalado no dispositivo do usuário, que fornece proteção na navegação web mesmo para usuários em roaming.

5) Escolha bem suas soluções de segurança: na Cisco, acreditamos em soluções simples e eficazes que vão manter seus funcionários remotos se sentindo conectados e produtivos, eliminando qualquer coisa que atrapalhe o sucesso de seu negócio. Pense em proteção para seus ativos de forma holística, para agora e para o futuro. Não cometa o erro de criar problemas para o amanhã apenas resolvendo os de hoje. Em vez disso, escolha uma solução com segurança compatível com seus investimentos existentes a curto e longo prazo.

 

Para maiores informações, entre em contato conosco