Corretora de valores on-line protege sua infraestrutura de rede em ambiente multicloud com o Fortinet Security Fabric

Ao longo de 20 anos, a invertirOnline (IOL) consolidou sua reputação como uma das plataformas de investimento online mais importantes da Argentina, 100% digital desde seu início. A fintech oferece uma forma simples e prática de operar no mercado de ações a partir de qualquer dispositivo pessoal.

InvertirOnline foi fundada em 2000 e em 2018 foi adquirida pelo Grupo Supervielle. Seu objetivo é promover a educação financeira na Argentina e garantir o acesso a múltiplos instrumentos financeiros para que mais pessoas sejam estimuladas a investir. Entre seus produtos mais destacados estão a Conta Remunerada em Pesos e Dólares, Dólar MEP, Ações, Bonds, CEDEARs, Obrigações Negociáveis, Fundo Comum de Investimentos, Fiança e a possibilidade de investir nos Estados Unidos.

O crescimento da IOL tem sido exponencial, recentemente impulsionada pela pandemia COVID-19 em 2020 que levou muitas pessoas a preferirem explorar o mundo dos investimentos no mercado de ações. Apenas em 2020 a empresa dobrou o número de clientes que operam por meio da sua plataforma. Além disso, a IOL está atualmente entre as cinco primeiras do ranking da ByMA (Bolsas de Valores e Mercados da Argentina) em termos de valores negociados de Ativos Patrimoniais, CEDEARs e Opções.
Por ser uma empresa que administra investimentos e informações confidenciais, a segurança da plataforma da IOL é o pilar fundamental de seus serviços financeiros. Para a empresa, é essencial que as operações e movimentações das contas de investimento dos seus clientes fiquem totalmente protegidas.

 

Plataforma abrangente de comunicação e segurança

Em 2018, a IOL iniciou uma expansão estratégica de sua infraestrutura física, tecnológica e de recursos humanos a fim de otimizar a experiência do usuário em sua plataforma. Nesse sentido, a empresa dobrou o quadro de funcionários em 2020, com colaboradores em quase todo o país, e projeta aumento semelhante para 2021. Aquele crescimento também representou um grande desafio na atualização da infraestrutura de rede da empresa e do modelo de segurança de TI.

“Procurávamos uma solução completa que pudesse atender a todas as nossas necessidades de rede e segurança. Escolhemos a Fortinet pela garantia de conformidade com as novas regulamentações, além do controle de rede facilitado e gerenciamento seguro de informações”, explica Joseph Calderón, coordenador de Infraestrutura da IOL.

 

Implementação segura e integrada em ambiente multicloud

O primeiro objetivo da migração foi interligar as filiais de Buenos Aires e Tucumán para compartilhar informações de forma adequada. A empresa possui um serviço 100% baseado em nuvem, com suporte em um modelo de nuvem híbrida no Azure e na AWS que exige conectividade consistente e segura, além de disponibilidade de compartilhamento de recursos a qualquer momento. A integração completa com este ambiente multicloud otimizou a experiência do usuário, melhorando o desempenho e a segurança do aplicativo.

A IOL implementou uma solução Fortinet Secure SD-WAN baseada no FortiGate, integrada com uma solução Fortinet Secure SD-Branch baseada no FortiSwitch e FortiAP nas filiais, de modo a otimizar a conectividade sem fio. Essa plataforma de rede e segurança permite obter uma VPN principal e uma VPN de backup, que operam de forma redundante e suportam uma alta demanda. Essa infraestrutura também oferece suporte a uma rede segura de recursos compartilhados.

A equipe de TI pode integrar rapidamente o ambiente multicloud do Azure e da AWS a partir do painel de tecnologia da Fortinet, gerenciar centralmente toda a rede e configurar diversas regras de segurança que antes não podiam
ser implantadas.

“A administração unificada é uma das principais vantagens da Fortinet, pois é possível lidar com políticas, relatórios e gerenciamento a partir de um único ponto”, destaca Calderon.

A IOL também usa o FortiAnalyzer para análise e registro de ameaças, por meio do qual obtém registros e relatórios de incidentes quando necessário, além de receber dados atualizados em tempo real sobre eventos de segurança cibernética em todo o mundo. A implantação da plataforma de rede e segurança foi realizada pela parceira Allkom.

“A Fortinet oferece uma tecnologia precisa e estável que nos ajuda a proteger totalmente nosso ambiente multicloud. A plataforma é intuitiva, interativa e altamente visual, o que facilita o gerenciamento centralizado. Isso nos garante segurança e tranquilidade enquanto trabalhamos”, diz Calderón.

Um desafio adicional para a equipe de TI foi ter a opção de fortalecer o trabalho remoto, uma vez que, com o início da pandemia, todos os colaboradores do IOL passaram a trabalhar nessa modalidade. Com a plataforma da Fortinet, todos os usuários podem ser conectar simultaneamente, sem falhas. A integração da proteção avançada de endpoint FortiClient também permitiu registros de acesso unificados. Hoje, os funcionários precisam apenas de seu nome de usuário e senha de domínio para se conectar a partir de escritórios ou locais remotos. Eles podem acessar as redes Wi-Fi nas filiais em seus computadores pessoais ou de qualquer lugar quando fazem login via VPN com o FortiClient. “Hoje, temos uma solução de rede que oferece conectividade transparente, permitindo que usuários se conectem de qualquer lugar de forma contínua e segura”, explica o coordenador.

“Agora, gerenciamos todos os nossos sistemas de rede e segurança com a Fortinet. A solução nos auxilia na execução de tarefas que antes tínhamos que fazer manualmente. Daqui para frente, podemos estender esse nível de segurança para outras áreas e sustentar o crescimento acelerado da empresa. Posso confiar, já que a plataforma funciona e cumpre todos os requisitos configurados de forma automatizada”, enfatiza Calderón.

A escolha da Fortinet pela IOL também foi motivada por custos.

“A Fortinet é uma solução acessível em termos de tecnologia e implementação, em comparação com outras marcas. Essa vantagem tem nos permitido reduzir custos e entregar serviços adicionais aos usuários”, finaliza.

 

Maior universidade do Peru integra sua rede nacional com o Fortinet Secure SD-WAN

Caso de Sucesso

A Universidade César Vallejo é a maior instituição de ensino superior do Peru, com 107 mil alunos em seus 13 campi espalhados pelo país. Los Olivos é o campus principal, onde cerca de 40 mil pessoas estudam e trabalham.

A área de Inovação Tecnológica da universidade tem o constante desafio de gerir a comunicação, a segurança e a infraestrutura tecnológica de uma entidade dessa dimensão, sobretudo para concretizar sua visão: ser reconhecida como uma instituição inovadora. Assim, há muito anos a universidade se compromete em contar com ferramentas tecnológicas que permitam a conectividade à Internet de forma segura a alunos, professores e funcionários.

Antes da pandemia de covid-19, o objetivo da Universidade César Vallejo era conectar toda a população universitária em suas diferentes localidades, visto que oferecer acesso fácil e irrestrito ao conteúdo acadêmico e de pesquisa sempre foi uma prioridade. Por esse motivo, a entidade iniciou a implantação de diversas soluções Fortinet em todos os campi do país.

Com novas regulamentações frente à pandemia, as regras de conectividade mudaram, mas os desafios de segurança de TI permaneceram. A instituição migrou muitos de seus serviços para o digital para que alunos e professores pudessem se conectar remotamente e com segurança à plataforma virtual da universidade. Além de aulas, a plataforma disponibiliza vários aplicativos web e laboratórios virtuais.

 

Conectividade multiponto com segurança unificada

A Universidade César Vallejo possui campi espalhados por áreas geográficas distantes e com condições bem diferentes, sendo que alguns locais têm conectividade ruim devido à largura de banda limitada. Para superar esses entraves, a instituição implantou o acesso único à Internet para conectar todos os campi e operar de forma centralizada, com um único canal de saída. No entanto, devido às particularidades mencionadas e pela necessidade de garantir a conectividade, a universidade também instalou links dedicados para cada campus e uma conexão redundante, com diferentes prestadores de serviço, a fim de reduzir eventuais contingências.

Para gerenciar toda a rede comunicações, a universidade implementou o Fortinet Secure SD-WAN em cada campus. Além disso, o Fortinet Secure SD-Branch foi instalado para integrar o FortiGate next generation firewall com as soluções de switches para acesso seguro FortiSwitch e os pontos de acesso seguros FortiAP. A tecnologia melhorou significativamente a conectividade em cada campus, evitando interrupções nos serviços. O engenheiro Emerson Anibal Cajahuanca, coordenador de Infraestrutura e Inovação Acadêmica da Universidade César Vallejo, destaca como um diferencial da solução da Fortinet as funcionalidades SD-WAN e SD-Branch. “Se o link de um provedor tiver algum problema, nossa comunidade não será afetada porque a plataforma da Fortinet funciona perfeitamente para garantir que toda a navegação seja roteada para o outro provedor.”

A integração das soluções Secure SD-WAN e Secure SD-Branch garantiu uma arquitetura mais eficiente e segura das redes WAN e LAN, melhorando o serviço, a disponibilidade e a experiência dos alunos. Além disso, a plataforma é gerenciada a partir do console principal do FortiManager. “A solução completa da Fortinet nos dá mais visibilidade de tudo o que acontece em nossa rede. Agora sabemos quem está conectado e podemos aplicar políticas de segurança e controles para tornar a experiência mais segura. Com a Fortinet, temos controle sobre toda a rede de forma fácil, intuitiva e, acima de tudo, centralizada”, comemora Cajahuanca.

A integração da proteção contra ataques de dia zero de FortiSandbox com as soluções Secure SD-WAN e Secure SD Branch garante ainda mais segurança, com uma abordagem automatizada de proteção contra ataques de dia zero. Além disso, com a solução centralizada de relatórios e logs FortiAnalyzer, a equipe de TI da universidade recebe indicadores de rendimento e relatórios que oferecem visibilidade total dos eventos, gerando informes técnicos e de gerenciamento prontos para uso.

 

Solução eficiente e econômica

Como universidade, a César Vallejo possui aplicativos abertas na Internet e expostas a brechas de segurança. Portanto, o maior desafio era obter uma solução integrada para proteger suas redes LAN e WAN, mas que também fosse fácil de implantar (mesmo com a complexidade de uma grande rede) e tivesse gerenciamento simples, por meio de um único painel de administração.

Antes de implementar o FortiManager, a Universidade configurava de forma individual cada FortiGate, switches e pontos de acesso. Da mesma forma, eram geradas políticas de segurança específicas para cada dispositivo – o que demandava um esforço considerável da equipe de TI. Havia ainda o risco de alguma localidade ser ignorada ou uma política esquecida.

Com o FortiManager, esse processo passou a ser realizado com uma configuração única e aplicado automaticamente em cada um dos campi. Como resultado, o esforço da equipe foi reduzido, erros humanos passaram a ser evitados e o gerenciamento remoto foi otimizado. “Escolhemos a Fortinet não só pelo desempenho técnico, mas por sua integração, fácil implementação e por reunir tudo em um único console, com gerenciamento muito simples”, diz Cajahuanca.

Do ponto de vista da conectividade de rede, o impacto na instituição também foi significativo. Antes, a universidade tinha links MPLS para conectar os campi de diferentes localidades – um serviço caro em termos de largura de banda e suporte do provedor de serviços. Nesse modelo, um campus podia ficar incomunicável se o provedor tivesse problemas de conexão. Já com o Fortinet Secure SD-WAN, a universidade consegue excelente desempenho com alto nível de segurança e custo muito menor. “Hoje, com dois provedores de Internet diferentes, podemos garantir que todas as nossas aplicações críticas estejam conectadas ao nosso data center e funcionando. Além disso, com o Fortinet Secure SD-WAN

conseguimos não apenas saber qual link está ativo, mas também priorizar aplicações de acordo com sua importância na rede para manter a comunicação”, conta o coordenador.

 

Suporte: a chave para o sucesso

De acordo com Cajahuanca, outro aspecto de grande importância foi o apoio da equipe da Fortinet em todo o processo: “isso é algo que eu realmente gostei na Fortinet. O nível de integração entre a parte comercial e técnica tem sido crucial e nos dá confiança de que tudo que queremos fazer vai funcionar. Não só funcionará, como nos permitirá ir mais longe e obter mais benefícios técnicos e, acima de tudo, conectividade segura.”

Atualmente, a Universidade César Vallejo analisa os próximos passos que dará com a tecnologia implementada e avalia melhorias à sua rede. “Continuaremos adicionando soluções Fortinet para oferecer a mais alta segurança aos nossos usuários em todos os ambientes de conectividade”, conclui.

 

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Agora, a criptografia é um cavalo de Tróia: Ignore-a e corra os riscos

Resumo executivo

O jogo de superação entre os hackers e profissionais de segurança de dados continua. Assim que as organizações começam a achar que estão seguras com os mais recentes padrões de criptografia, os cibercriminosos encontram maneiras de violar essa segurança. Os black hats estão se infiltrando nas redes das empresas, obrigando a criptografia a proteger o malware e ransomware de suas aplicações, para que não sejam detectados. Não é de se admirar que 87% dos diretores de informações achem que a criptografia Secure Sockets Layer (SSL) traz maior risco para as suas organizações do que as ameaças cibernéticas.¹

A solução de tolerância zero para esses cavalos de Tróia é usar a inspeção de SSL para desmascarar os códigos maliciosos. No entanto, a maioria das tecnologias de inspeção disponíveis hoje em dia coloca uma carga insustentável no desempenho da rede. Os profissionais de segurança precisam de uma forma menos comprometedora para resolver a relação entre a segurança dos dados e o desempenho das aplicações, para poder permitir a transformação digital em toda a empresa.

 

A criptografia está em toda parte, para o bem e para o mal

Com base em algumas estimativas, até 65% do tráfego de dados no mundo atualmente está criptografado.² E embora muitos ainda empreguem os termos criptografia e SSL de forma sinônima, o protocolo subsequente do SSL, o Transport Layer Security (TLS), Até 2030, organizações no mundo todo terão implementado 125 bilhões de dispositivos de IoT. Esta maior exposição cria mais riscos de segurança. está gradualmente ganhando força; a Internet Engineering Task Force (IETF) aprovou recentemente a versão 1.3 do TLS. Em seus últimos relatórios de transparência, a Google refere-se apenas ao TLS quando discute a criptografia em trânsito.³

É fácil identificar a marca da transformação digital no uso crescente da criptografia. Por ser um componente importante da segurança de dados, a criptografia incentivou as organizações a mudarem radicalmente a forma como trabalham, vendem, comunicam e regulam suas atividades.

Como tratar a mobilidade e as vulnerabilidades da IOT

Nos últimos anos, os desenvolvedores de sites usavam o Hypertext Transfer Protocol (HTTP) na maioria das páginas da web, reservando o Hypertext Transfer Protocol Secure (HTTPS) criptografado para páginas que recebiam ou apresentavam dados confidenciais, tais como números de cartão de crédito, nomes de usuários, senhas e outras informações privadas. Atualmente, o HTTPS é regra para todas as páginas da maioria dos sites.4 Além disso, de acordo com o NSS Labs, 75% de todo o tráfego da web será criptografado até 2019.5 Um dos principais fatores de estímulo da proliferação da criptografia é a mobilidade dos usuários da web. Com a maioria dos usuários acessando a Internet por dispositivos móveis, qualquer conteúdo da web não criptografado fica exposto em redes públicas. Além de revelar informações pessoais confidenciais, essas páginas não criptografadas expõem também todo o conteúdo do URL e da página, incluindo todas as páginas que o usuário visitou no site, todos os termos de pesquisa e todos os conteúdos exibidos.

Outra fonte de vulnerabilidade fora das dependências da empresa é a rede de dispositivos conectados conhecida como Internet das Coisas (IoT). O IHS prevê que, no mundo todo, a quantidade de dispositivos de IoT saltará 12% em média por ano, passando de quase 27 bilhões em 2017 para 125 bilhões em 2030.6 A adoção da criptografia foi mais lenta para esses dispositivos. Como eles são limitados no que diz respeito à largura de banda, memória e fontes de energia, é mais difícil implantar o pacote completo de ferramentas de criptografia nos próprios dispositivos. No entanto, a vulnerabilidade dos dispositivos de IoT (eles são normalmente implantados externamente ou em edifícios sem segurança), e seu papel cada vez mais central na infraestrutura essencial, destacam a necessidade de trazer soluções mais robustas para essa categoria.

Os assinantes e prestadores de serviços de SaaS não têm alternativa

O mercado global da nuvem está crescendo a uma taxa anual de 22% e espera-se que represente mais de 50% de todos os orçamentos de TI até 2019. Parte desse investimento provavelmente será empregado na atualização da segurança dos dados em trânsito entre as redes internas e os provedores de nuvem. E isso não é apenas um fardo para as empresas. Os provedores de software como serviço (SaaS) também têm interesse na criptografia, pois seus modelos de responsabilidade compartilhada exigem proteção para os dados que suas plataformas transmitem aos assinantes, bem como para os dados armazenados nas nuvens.

A criptografia é obrigatória para a conformidade

As organizações de vários segmentos do setor são obrigadas a usar criptografia em determinados tipos de dados confidenciais que estão em trânsito, a para manter a conformidade com regulamentos como o PCI DSS (Padrão de segurança de dados da indústria de cartões de pagamento) e a HIPAA (Lei de Responsabilidade e Portabilidade de Seguro de Saúde). Independentemente do método de comunicação (e-mail, sites, aplicações de SaaS, etc.), a criptografia constitui uma exigência quando os dados que são transmitidos se enquadram no âmbito destas regulamentações.

Os usuários de e-mail unem-se para a criptografia

Há alguns anos, a Google começou a marcar os e-mails não criptografados enviados para os usuários do Gmail. Como consequência, a quantidade de e-mails recebidos usando a criptografia SSL aumentou em 25%. O resultado foi que 89% dos e-mails de entrada e 90% dos e-mails de saída são criptografados na rede do Gmail. No entanto, o fenômeno da criptografia estende-se para além do Gmail. Na Europa, por exemplo, os provedores de e-mail com criptografia de ponta a ponta, Tutanota e ProtonMail, têm testemunhado um forte aumento nas taxas de adoção.10

O júri está de acordo. A criptografia é a nova regra. Tão generalizadamente normal que a complacência pode ser a próxima grande ameaça à segurança de TI. À medida que os profissionais de segurança ficam mais à vontade com as ofertas de proteção com a criptografia, há o risco real de não perceberem como essa proteção está sendo subvertida silenciosamente. A prova está nas profundezas dos pacotes, mas nem todos estão preparados para procurar.

 

Os perigos de evitar a inspeção dos pacotes

A verdade inevitável e desconfortável é que o que é bom para os protetores da segurança é bom também para os criminosos. Um relatório de um fornecedor de entrega de aplicações revelou que em agosto de 2016, aproximadamente 41% dos ataques cibernéticos usaram criptografia para não serem detectados. No início de 2017, esse número havia aumentado para mais de 50%. Outra empresa que lida com segurança em nuvem contou 600.000 de atividades maliciosas diárias usando SSL.

As soluções de segurança cibernética tradicionais, tais como os sistemas de detecção de intrusão (IDS) e os sistemas de prevenção de intrusão (IPS), são treinadas para confiar no tráfego criptografado. Como o tráfego criptografado fica “em último na fila” no que diz respeito à prioridade de inspeção, os criminosos começaram a usá-lo como cavalo de Tróia, uma entrada desprotegida, para entrar pela porta da frente da rede da empresa.

Os cibercriminosos encontraram várias maneiras de explorar as defesas da criptografia:

  •  Ocultação da infecção inicial. Os cibercriminosos criptografam o malware e o enviam por uma porta aprovada; os usuários clicam em links incorporados que os levam para sites que contêm a carga ou como arquivos anexados. Os hackers têm conseguido esconder o botnet Zeus, por exemplo, em sessões de SSL.
  •  Ocultação do comando e controle. Determinadas famílias de malware empregam a criptografia para ocultar comunicações de comando e controle. Um exemplo disso é o explorador Heartbleed, que aproveita as fraquezas do SSL para extrair informações dos servidores de hospedagem, incluindo chaves de criptografia privadas, que eles usam para acessar as comunicações criptografadas.
  • Ocultação da exfiltração de dados. Muitas famílias de malware também empregam a criptografia para ocultar informações da rede, tais como senhas e informações roubadas (por exemplo, contas bancárias e senhas).

Por causa das recompensas para os criminosos, os ataques via canais criptografados estão atingindo proporções epidêmicas. 90% dos diretores de informações indicam que sofreram um ataque à rede usando a criptografia SSL. Pode parecer questão de lógica confiar em certificados digitais de fornecedores de confiança como um meio de impedir a exploração da criptografia. No entanto, é fácil e barato obter certificados legítimos, e isso se aplica aos bons e aos maus agentes. Os certificados são agrupados com muitos navegadores da web e o custo de usá-los em um site varia entre de graça a algumas centenas de dólares por ano. Além disso, os cibercriminosos estão se tornando cada vez mais adeptos ao roubo de chaves de certificados que lhes permitem criptografar e-mails, sites e aplicações maliciosos, normalmente marcados para inclusão na lista de permissões. Em ambos os casos, IDS e IPS podem identificá-los como válidos, devido à identidade do certificado.

 

Por que os profissionais de segurança adiam as inspeções

Atualmente, os arquitetos de segurança enfrentam um dilema na tentativa de resolver o crescente problema da criptografia. Em teoria, as empresas podem implementar a inspeção de SSL nos pontos de entrada da rede. No entanto, muitas organizações titubeiam para dar esse passo. As razões variam, mas podem ser divididas, de maneira ampla, em dois casos: falta de ferramentas de inspeção e relutância em empregá-las, principalmente por preocupações relacionadas ao desempenho.

Quando a inspeção perde terreno para outras prioridades de TI

Conforme observado acima, os profissionais de segurança às vezes confiam na criptografia a ponto de minimizar as suas vulnerabilidades. Mesmo quando estão cientes do perigo, no entanto, outras necessidades têm precedência sobre o investimento em recursos de inspeção de SSL. A equipe de segurança já está sobrecarregada tentando acompanhar a evolução dos padrões de criptografia e gerenciando certificados digitais. Assim, a inspeção pode parecer uma tarefa excessiva.

Além disso, a transformação digital e a crescente pressão para reduzir os custos operacionais estão levando os líderes de TI a reduzir a presença de seus data centers. Consequentemente, eles estão examinando todos os novos investimentos em hardware de forma mais aprofundada. Novos hardware, que adquiridos como capacidade de inspeção de SSL, muitas vezes não são aprovados.

Quando a inspeção é desativada

Entre as empresas com recursos de inspeção, muitas optaram por não habilitá-los ou desativaram-nos após um período de uso. Então, o que as impede? Um dos principais fatores é o impacto no desempenho de suas redes. Estudos mostram que quando a inspeção de tráfego de SSL/TLS é ativada, o desempenho pode ser afetado em quase 75%. Em conjunto com o crescente investimento empresarial em Ethernet de alta velocidade e o aumento da demanda por largura de banda de WAN, faz muito sentido que muitos líderes de segurança de TI venham relutando em ativar a inspeção de pacotes. A inspeção teria um impacto prejudicial não somente na taxa de transferência do tráfego e no desempenho da inspeção, mas também na produtividade do usuário.

A descodificação e a inspeção podem aumentar também a complexidade da gestão da segurança de rede, acrescentando mais hardware e software para gerenciamento, além de novas políticas e fluxos de trabalho de segurança. As organizações precisam desenvolver e administrar as listas de autorização, criar e gerenciar regras e resolver falsos positivos. Mas isso é um problema, pois muitas soluções de segurança não gerenciam as listas de autorização de forma ativa e a gestão delas torna-se uma enorme sobrecarga.

Alguns sites permitem a Fixação de Chave Pública de HTTP para impedir os ataques “man-in-the-middle”. No entanto, há muito o que dar errado. As autoridades de certificação podem alterar suas práticas de emissão sem aviso prévio, e novos certificados podem não fazer uso do mesmo sequenciamento seguro que os antigos. Se o novo sequenciamento dos certificados não incluir mais as chaves fixadas, o site não ficará acessível até que a política de Fixação de Chave Pública de HTTP expire. Erros ou negligências podem fazer com que a empresa fique sem site  durante semanas ou meses. Com mais de 75% das empresas gerenciando de 10 a 19 chaves de certificados de SSL, esta é uma preocupação generalizada.

 

Qualidade da inspeção: uma preocupação urgente

Com o custo médio das invasões da segurança cibernética na casa dos 7,35 milhões de dólares, as empresas precisam estar atentas. A criptografia está em uma encruzilhada crítica para a proteção e as invasões. As organizações que não contam com uma estratégia de criptografia correm um risco muito maior de sofrerem com as ameaças cibernéticas. E não basta simplesmente criptografar e-mails, sites e aplicações. Como os agentes ruins estão explorando a criptografia para executar mais da metade dos seus ataques, número que continuará aumentando,21 as empresas devem ter estratégias de descriptografia e inspeção simultâneas.

O equilíbrio entre a inspeção de SSL e o desempenho das aplicações não precisa obrigatório. Para solucionar este problema, é necessário dedicar recursos tecnológicos e de desenvolvimento ao mecanismo que conduz a inspeção. Alguns fornecedores oferecem soluções de pontos que dependem de componentes prontos para uso. O preço inicial atrativo oculta o custo de ter esses dispositivos quando se analisa as demandas do mundo real para expansão do volume de tráfego, requisitos de advanced threat protection e restrições relacionadas à equipe segurança. As organizações que precisam disponibilizar dados seguros no ritmo dos negócios digitais devem dar prioridade mais alta à qualidade da inspeção de SSL.

O guia dos líderes de rede para Secure SD-WAN

A rede controlada por segurança proporciona uma borda WAN abrangente

 

Visão geral executiva

Muitas organizações que estão no meio de iniciativas de transformação digital (DX) para seus negócios distribuídos estão buscando substituir suas infraestruturas de rede de área ampla (WAN) desatualizadas. O alto custo e as complexidades da conectividade de área ampla confiável em relação às redes tradicionais baseadas em operadoras estão levando a maioria dos responsáveis pela tomada de decisões a uma forma de rede de área ampla definida por software (SD-WAN). O Secure SD-WAN da Fortinet oferece capacidades de rede e segurança em uma solução unificada. Comporta o desempenho de aplicativos, gerenciamento consolidado e proteção avançada contra ameaças.

 

Introdução

Embora a escolha da solução correta de SD-WAN para uma implementação específica possa exigir alguns comprometimentos, a segurança não deve ser um deles. Existem várias opções para combinar a rede SD-WAN e a segurança avançada, mas apenas uma solução pode realmente ser chamada de Secure SD-WAN. A Fortinet, o nome mais confiável em segurança de rede, adicionou as melhores capacidades de SD-WAN aos seus firewalls de próxima geração (NGFW) FortiGate líderes do setor. Os NGFW FortiGate com Secure SD-WAN fornecem desempenho ideal para aplicativos de Software como serviço (SaaS) essenciais aos negócios, bem como ferramentas de voz e vídeo digitais. Ao mesmo tempo, eles ajudam a proteger as organizações contra as mais recentes exposições a riscos e a evolução de ataques sofisticados.

Qual é o caminho para a SD-WAN?

SD-WAN oferece a capacidade de usar os serviços de WAN disponíveis com mais eficiência e economia, proporcionando aos usuários de organizações distribuídas a liberdade de envolver melhor os clientes, otimizar os processos de negócios e inovar. Isso também torna o gerenciamento de WAN mais econômico, e é por isso que as soluções SD-WAN continuarão sendo um mercado de crescimento robusto no futuro previsível.

Para responder a essa demanda, muitas soluções SD-WAN foram introduzidas nos últimos anos. Mas nem todas são criadas de forma igual.

Especialistas em SD-WAN e analistas do setor dizem que a SD-WAN ideal para uma empresa depende dos requisitos de desempenho de aplicativos, prioridades de segurança e conjuntos de habilidades de TI da organização. Também é amplamente recomendado que as empresas usem uma solução de NGFW em combinação com a SD-WAN para abordar questões de segurança, pois as agências ficam diretamente expostas à Internet através de conexões de banda larga com a SD-WAN. Para atender a esses requisitos de negócios, as organizações precisam de uma oferta abrangente de SD-WAN, a Secure SD-WAN da Fortinet, a única com segurança integrada e os recursos de desempenho exigidos por uma implantação de SD-WAN.

 

A Fortinet oferece o que há de melhor em SD-WAN

O Secure SD-WAN da Fortinet substitui roteadores WAN separados, otimização de WAN e dispositivos de segurança, como firewalls e Secure Web Gateway (SWG) por um único NGFW FortiGate. Isso fornece o melhor desempenho do setor com recursos que incluem reconhecimento de aplicativos, inteligência de caminho automatizada e suporte de sobreposição de WAN para VPN. O Secure SD-WAN da Fortinet oferece uma rede orientada por segurança para redes de filiais com excelente desempenho, possibilitada pela identificação rápida de aplicativos e inteligência automatizada de caminhos.

Conscientização do aplicativo para níveis de serviço aprimorados

O Secure SD-WAN da Fortinet é alimentada pelo novo circuito integrado específico de aplicativo SOC4 (ASIC), que oferece direção de aplicativos mais rápida e desempenho incomparável na identificação de aplicativos. Isso inclui inspeção profunda de camada de soquete seguro (SSL)/ segurança de camada de transporte (TLS) com a menor degradação possível do desempenho.

Tecnicamente, SD-WAN funciona roteando aplicativos pela conexão WAN mais eficiente em determinado momento. Para garantir um desempenho ideal do aplicativo, as soluções de SD-WAN devem estar aptas a identificar uma ampla variedade de aplicativos e a adotar políticas de roteamento em um nível muito granular de cada uma delas. Sem essas capacidades, aplicativos de SaaS, vídeo e voz podem diminuir e impedir a produtividade do usuário final.

Para resolver esses problemas, o Secure SD-WAN da Fortinet usa um banco de dados de controle de aplicativos com as assinaturas de mais de 5.000 aplicativos (além de atualizações regulares dos serviços de inteligência contra ameaças do FortiGuard Labs). O Secure SD-WAN da Fortinet identifica e classifica os aplicativos — até mesmo o tráfego de aplicativos de nuvem criptografados — desde o primeiro pacote.

O FortiGate pode ser configurado para reconhecer aplicativos pela criticidade dos negócios. Aplicativos essenciais aos negócios (por exemplo, Office 365, Salesforce, SAP), aplicativos gerais de produtividade (por exemplo, Dropbox) e mídias sociais (como por exemplo, Twitter, Instagram) podem receber diferentes prioridades de roteamento. Políticas exclusivas podem ser aplicadas em um nível mais profundo para subaplicativos (por exemplo, Word ou OneNote no Office 365). Essa ampla e profunda visibilidade em nível de aplicativo em padrões de tráfego e utilização oferece uma posição melhor para alocar recursos de WAN de acordo com as necessidades dos negócios.

Eficiência da WAN sem esforço

O Secure SD-WAN da Fortinet simplifica muito o processo de transformação de infraestruturas de borda de WAN herdadas para fornecer desempenho aprimorado de aplicativos, melhor experiência de usuário e segurança aprimorada. Depois que as políticas da WAN são definidas com base na criticidade do aplicativo, nos requisitos de desempenho, nas políticas de segurança e em outras considerações, a solução Secure SD-WAN da Fortinet assume a partir daí. Os NGFW FortiGate com o ASIC SOC4 proporcionam desempenho de segurança 10 vezes mais rápido do que a concorrência.2

Quando se trata de eficiências de WAN, os principais recursos do Secure SD-WAN da Fortinet incluem:

Inteligência automatizada de caminho. O reconhecimento de aplicativos permite o roteamento de aplicativos priorizados na largura de banda da rede com base no aplicativo e usuário específicos. O novo ASIC SOC4 dá à Secure SD-WAN da Fortinet a direção de aplicação mais rápida do setor. Os contratos de nível de serviço (SLA) da SD-WAN são definidos com facilidade, selecionando dinamicamente a melhor conexão WAN para as circunstâncias comerciais específicas. Para aplicações de baixa a média prioridade, as organizações podem especificar os critérios de qualidade e o FortiGate selecionará o link correspondente. Para aplicativos de alta prioridade e essenciais para os negócios, as organizações podem definir SLA estritos com base em uma combinação de jitter, perda de pacotes e métricas de latência.

Sobreposição de WAN. As capacidades de VPN de sobreposição responsivas permitem uma melhor experiência geral de WAN para usuários de filiais. A orquestração do controlador de sobreposição de nuvens, alimentado pelos serviços de assinatura Bundle de Proteção 360, simplifica a implantação da VPN de sobreposição com o provisionamento automatizado baseado na nuvem.

Failover automático. A tecnologia de caminhos múltiplos pode fazer failover automaticamente para o melhor link disponível quando o caminho primário da WAN se degrada. Essa automação é incorporada ao FortiGate, o que reduz a complexidade para os usuários finais e, ao mesmo tempo, melhora sua experiência e produtividade.

Remediação do caminho da WAN. A remediação do caminho da WAN utiliza a correção antecipada de erros (FEC) para superar as condições adversas da WAN, como links ruidosos ou ruins. Isso melhora a confiabilidade dos dados e proporciona uma melhor experiência ao usuário para aplicativos como serviços de voz e vídeo. A FEC adiciona dados de correção de erros ao tráfego de saída, permitindo que o terminal receptor se recupere da perda de pacotes e outros erros que ocorrem durante a transmissão. Isso melhor a qualidade dos aplicativos em tempo real.

Agregação de largura de banda de túnel. Para aplicativos que exigem maior largura de banda, a Secure SD-WAN da Fortinet permite balanceamento de carga e entrega por pacote combinando dois túneis de sobreposição para maximizar a capacidade da rede.

Implantação de toque zero. As capacidades simplificadas de implantação do Secure SD-WAN da Fortinet permitem que as empresas forneçam appliances de NGFW FortiGate não configurados para cada local remoto. Quando conectado, o FortiGate se conecta automaticamente ao serviço FortiDeploy no FortiCloud. Em segundos, o FortiDeploy autentica o dispositivo remoto e o conecta a um sistema central do FortiManager.

Gerenciamento de painel de controle único. O FortiManager permite a visibilidade centralizada de todos os NGFW FortiGate habilitados para a Secure SD-WAN na organização distribuída. As visualizações altamente intuitivas facilitam o monitoramento de topologias de rede físicas e lógicas em alto nível e detalham quando necessário para investigar qualquer problema. Os administradores podem atualizar e disseminar as políticas da WAN corporativa para todos os locais ou reconfigurar dispositivos individuais.

Para usuários que precisam de comunicações seguras através dos links públicos da Internet, as VPN podem ser configuradas com apenas um clique. Tudo isso economiza tempo e simplifica a administração da SD-WAN (no local ou via nuvem), aliviando a pressão sobre equipes de rede enxutas. A Fortinet oferece uma das únicas soluções que podem gerenciar a rede SD-WAN, a segurança e os controles da camada de acesso do mesmo console de gerenciamento.

TCO (Custo de propriedade). OSecure SD-WAN da Fortinet oferece o TCO líder do setor com o melhor preço/ desempenho com taxa de transferência de proteção contra ameaças de 1 Gbps. A mudança para a banda larga pública significa que as conexões caras de MPLS podem ser substituídas por opções mais econômicas. Com a solução agnóstica de transporte da Fortinet, as empresas podem utilizar toda a largura de banda disponível usando as conexões no modo ativo-ativo.

Gerenciamento simplificado e melhor TCO do setor

Os gerentes de WAN normalmente têm dúvidas quanto à implantação de dispositivos de borda SD-WAN em seus diversos sites remotos e filiais. O transporte é caro e a equipe técnica costuma ser limitada. Por outro lado, o envio de dispositivos totalmente configurados não é seguro. Além disso, depois que os dispositivos de borda são implantados, os funcionários devem gerenciar tanto as funções de otimização de WAN como as funções de segurança, normalmente de duas interfaces diferentes. O Secure SD-WAN da Fortinet resolve tanto os problemas de implantação como de gerenciamento para reduzir seu custo total de propriedade (TCO) com a SD-WAN.

Rede controlada por segurança

A Fortinet permite a melhor tecnologia SD-WAN certificada, que é de alto desempenho e protegida. Os NGFW FortiGate com o ASIC SOC4 oferecem o desempenho de segurança SD-WAN mais rápido do setor. No primeiro “Relatório de teste de rede de área ampla definida por software” do NSS Labs, a Fortinet era o único fornecedor com capacidades de segurança a receber uma classificação “Recomendada”.

Especificamente, a Secure SD-WAN da Fortinet possui uma proteção robusta contra ameaças na SD-WAN, incluindo os controles de segurança de Camada 3 a Camada 7, que não são comumente encontrados em outras soluções de firewall SD-WAN:

  • Proteção completa contra ameaças, incluindo firewall, antivírus, sistemas de prevenção de intrusão (IPS) e controle de aplicativos
  • Inspeção SSL de alta taxa de transferência com degradação mínima do desempenho, garantindo que as organizações não sacrifiquem a taxa de transferência para obter proteção completa contra ameaças
  • Web Filtering para aplicar a segurança de Internet sem precisar de um dispositivo SWG separado
  • Túneis de VPN de sobreposição altamente escaláveis e com alta taxa de transferência para garantir que o tráfego confidencial seja sempre criptografado

Os NGFW FortiGate habilitados para a Secure SD-WAN também monitoram as regras e políticas de firewall e destacam as melhores práticas para melhorar a postura geral de segurança da organização. Isso ajuda a simplificar a conformidade com os padrões de segurança, bem como as leis de privacidade e os regulamentos do setor. Os fluxos de trabalho automatizados de auditoria e relatório economizam horas de pessoal e reduzem o risco de omissões e erros.

 

Habilitação do SD-Branch

Muitas filiais empresariais estão decidindo substituir simultaneamente seus dispositivos WAN e LAN em favor de uma solução com integração mais profunda e gerenciamento simplificado das operações das filiais. O uso de infraestruturas WAN e LAN separadas aumenta a complexidade das filiais; há mais dispositivos para implantar e atualizar com vários consoles de gerenciamento. Também reduz a visibilidade e o controle das operações, aumentando as oportunidades de lacunas de segurança que os hackers podem explorar. Para resolver esses desafios, o Secure SD-WAN da Fortinet inclui uma extensão de segurança acelerada para a camada de acesso que permite a transformação do SD-Branch.

Em um mercado volátil de SD-WAN, a Fortinet é a aposta garantida

À medida que aplicativos e ferramentas baseados na nuvem, como voz e vídeo, se tornam cada vez mais críticos para empresas distribuídas, o Secure SD-WAN da Fortinet pode ajudar as organizações a adotar os benefícios da transformação digital sem afunilar o desempenho dos aplicativos, impactando a produtividade do usuário final ou colocando os dados em risco.

O Secure SD-WAN da Fortinet é escalável, ajudando as organizações a comportar, com segurança, locais mais remotos, mais aplicativos essenciais aos negócios sensíveis à largura de banda, mais serviços de nuvem e tudo o que a rede de filiais requer.

O Secure SD-WAN da Fortinet foi adotado em todo o mundo em diversos setores — desde finanças até varejo, fabricação, atendimento ao cliente. Independentemente de precisarem comportar algumas centenas de endpoints móveis ou dezenas de milhares de filiais, os clientes do Secure SD-WAN da Fortinet estão, cada um, atingindo sua própria combinação ideal de segurança de ponta e funcionalidade da SD-WAN.

 

Rede eficaz orientada para a segurança

Na realidade do mercado atual, a inovação digital é uma necessidade. Seja movendo-se com mais rapidez e eficiência ou operando em ambientes incertos em escala global, tudo começa com a rede.

As organizações e filiais precisam de redes de alto desempenho e segurança sólida. A solução de rede orientada para a segurança da Fortinet é um componente integral do Fortinet Security Fabric, que permite visibilidade completa e fornece proteção automatizada contra ameaças em toda a superfície de ataque. Alimentada por um único sistema operacional, ela oferece segurança líder no setor e desempenho inigualável, tudo enquanto reduz a complexidade.

O FortiOS é um sistema operacional de rede de finalidade específica e segurança fortalecida, que é a base de software do FortiGate e de todo o Fortinet Security Fabric. Projetado para oferecer recursos de segurança e rede totalmente integrados e intuitivos em toda a sua rede, o FortiOS oferece tudo, desde a funcionalidade principal da rede e a rede de área ampla definida por software (SD-WAN) até a melhor segurança do setor, que protege as organizações de ponta a ponta, incluindo a capacidade de estender o Fortinet Security Fabric para soluções de terceiros usando interfaces de programação de aplicações (APIs) e conectores do Security Fabric.

A orquestração e a automação perfeitas integradas no FortiOS permitem que as organizações superem as lacunas de habilidades e recursos e alcancem os resultados desejados de inovação digital sem precisar comprometer outros aspectos.

O Fortinet continua aprimorando o Fortinet Security Fabric com o FortiOS 6.4, a versão mais recente de seu sistema operacional, com mais de 300 novos recursos e capacidades.

Para clientes da rede controlada por segurança, o FortiOS 6.4 simplifica ainda mais as operações de rede e as implantações de SD-WAN.

 

SD-WAN segura

A solução Fortinet Secure SD-WAN entrega uma experiência de usuário aprimorada e operações simplificadas na borda WAN, integrando o next-generation firewall (NGFW) e o Secure SD-WAN em uma única oferta.

Com o FortiOS 6.4, os clientes agora podem simplificar ainda mais suas implantações de SD-WAN por meio da orquestração intuitiva no FortiManager. O novo SD-WAN Orchestrator ajuda os clientes a configurar, gerenciar e monitorar implantações de SD-WAN em FortiGates. Isso reduz bastante as complexidades e as demandas de recursos em ambientes com várias instâncias SD-WAN.

Trabalhando em conjunto com o FortiManagement Center 6.4, os clientes podem se beneficiar de análises e visibilidade aprimoradas de sua implantação de SD-WAN. A visibilidade resultante permite que os clientes identifiquem e solucionem problemas de qualidade de experiência (QoE) por aplicação em tempo real, garantindo que as organizações e seus usuários aproveitem ao máximo sua implantação de SD-WAN.

A Fortinet entende que a inovação digital é uma jornada, e as jornadas levam tempo. Para ajudar os clientes em transformação na borda WAN, a Fortinet permite que eles tenham redes antigas e novas em coexistência. Por meio de inovações fornecidas no FortiOS 6.4, os clientes podem reutilizar a segmentação existente baseada em VRF para reduzir a complexidade e o esforço necessário para reprojetar suas redes. Com o FortiOS 6.4, o FortiGates pode estabelecer conexões vizinhas com outros FortiGates e roteadores, e as rotas aprendidas podem ser colocadas em diferentes tabelas VRF, de acordo com as configurações dos FortiGates e roteadores vizinhos. Por fim, isso proporciona um caminho de migração tranquilo para qualquer modelo de implantação, de redes planas a altamente segmentadas.

Além disso, o FortiOS 6.4 apresenta diversas melhorias operacionais de SD-WAN, como zonas de SD-WAN, que permitem aos clientes aplicar políticas de firewall a indivíduos ou grupos de membros da interface de SD-WAN usando diferentes atribuições de zona.

 

Acesso seguro

O Fortinet Secure SD-Branch permite que os clientes combinem sua segurança e acesso à rede, estendendo os benefícios do Fortinet Security Fabric às suas filiais distribuídas. O Secure SD-Branch é composto pelo Fortinet Secure SD-WAN, pelo controle de acesso à rede FortiNAC, pelo FortiSwitch e pelo FortiAP para fornecer consolidação de serviços de filiais para proteção de borda de rede e de borda de dispositivo.

O FortiOS 6.4 simplifica ainda mais as implantações do Secure SD-Branch com melhorias operacionais e de gerenciamento, incluindo uma maior integração do FortiAP com o Security Fabric. O FortiAP agora aparece no mapa de topologia do Fabric, permitindo aos clientes um maior grau de gerenciamento e visibilidade centralizados.

O FortiOS 6.4 simplifica ainda mais as implantações do Secure SD-Branch com melhorias operacionais e de gerenciamento, incluindo uma maior integração do FortiAP com o Security Fabric. O FortiAP agora aparece no mapa de topologia do Fabric, permitindo aos clientes um maior grau de gerenciamento e visibilidade centralizados.

Parte das considerações sobre inovação digital é o uso das mais recentes tecnologias e padrões. Com o FortiOS 6.4, os clientes agora podem alavancar o IPv6 sobre o tráfego sem fio usando FortiGates e o FortiAP em seu Security Fabric.

 

Next-Generation Firewall

Os FortiGate NGFWs permitem redes baseadas em segurança e consolidam os principais recursos de segurança do setor, como intrusion prevention (IPS), Web Filtering, inspeção de Secure Sockets Layer (SSL) e proteção automatizada contra ameaças. Os NGFWs da Fortinet atendem às necessidades de desempenho de arquiteturas de TI híbridas e altamente escaláveis, permitindo que as organizações reduzam a complexidade e gerenciem os riscos à segurança.

A solução Fortinet NGFW pode ajudar as organizações a reduzir sua superfície de ataque através da segmentação do seu ambiente. Com o FortiOS 6.4, os clientes agora podem maximizar a segmentação e a visibilidade internas através do suporte a VDOMs de tráfego normal, estendendo o suporte VDOM somente para gerenciamento já disponível no FortiOS.

Por fim, para ajudar as organizações a simplificar suas operações de rede, o FortiOS 6.4 também oferece uma série de aprimoramentos que economizam tempo, incluindo a consolidação de configurações de políticas, como as das regras de IPS, e aprimoramentos para melhores implantações do Secure Web Gateway usando FortiGates.

 

Serviços e assinaturas

O FortiOS 6.4 entrega diversos serviços e assinaturas novos e aprimorados para o Fortinet Security Fabric, visando ajudar os clientes a melhor operar e proteger suas redes.

As novidades do FortiOS 6.4 são os direitos de serviço para o orquestrador da SD-WAN no FortiManagement Center, o gerenciamento de endereço IP (IPAM) como um serviço baseado em nuvem para ajudar os clientes a gerenciar melhor o uso de DHCP e DNS em seu ambiente, atribuindo automaticamente IPs aos FortiGates que não se sobrepõem e um serviço de Internet das Coisas (IoT) que pode ajudar os clientes a reduzir sua superfície de ataque por meio da identificação automática, segmentação e imposição de políticas de dispositivos de IoT.

O serviço de assinatura do Fortinet Security Rating ajuda as organizações a alcançar a conformidade e corrigir deficiências e riscos, fornecendo visibilidade e verificações em relação aos padrões de conformidade e práticas recomendadas. Esse serviço também permite comparações com outras organizações do setor. O FortiOS 6.4 aprimora a capacidade de Classificação de Segurança com uma visão voltada para as operações, visando ajudar a equipe de rede a priorizar e gerenciar melhor seus ambientes.

Os novos serviços estão disponíveis como parte dos pacotes FortiGuard Enterprise e 360 Protection e como assinaturas à la carte que os clientes podem usar para personalizar seus serviços.

A inovação digital requer uma plataforma ampla, integrada e automatizada de segurança cibernética que somente o Fortinet Security Fabric pode fornecer. O FortiOS 6.4 aprimora o Fortinet Security Fabric com maior segurança, oferecendo ainda mais simplicidade e automação para ajudar os clientes a implantar, operar e manter melhor as operações de rede, segurança e SD-WAN segura em toda a organização.

 

 

Qual é o custo médio de uma violação de dados?

Negócios e Tecnologia

 

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, o custo global das violações de dados até 2021 será de US$ 6 trilhões. Para lidar com essa responsabilidade, as organizações devem incorporar as melhores práticas do setor para reduzir o  custo do que a maioria dos profissionais de segurança cibernética reconhece como uma violação inevitável dos dados.

O chefe de insights de segurança e alianças globais de ameaças do FortiGuard Labs da Fortinet, Derek Manky, juntou-se recentemente ao Dr. Larry Ponemon, do Instituto Ponemon, para falar sobre o impacto econômico de violações de dados e ataques cibernéticos, e analisar os investimentos que as organizações devem fazer para minimizar o ônus financeiro de um evento desse tipo.

Abaixo estão algumas das principais conclusões de Ponemon e Manky, que explicam por que as organizações devem mudar de um foco baseado em detecção para um que seja centrado na prevenção de violações, com o objetivo de economizar tempo e recursos e diminuir os gastos, os danos e perda de reputação que ocorrem após um ataque bem-sucedido.

 

Quais fatores contribuem para o custo de uma violação de dados?

Uma pesquisa de referência conduzida pelo Instituto Ponemon concluiu que, em uma média global de seis anos, o custo de uma violação de dados é de US$ 3,78 milhões. No entanto, as consequências financeiras dessa violação podem variar com base em diversos fatores, incluindo causas principais, tamanho da rede e o tipo de dados mantidos por uma organização.

No geral, os ataques maliciosos foram considerados a principal raiz das violações de dados, seguidos por erros humanos e falhas no sistema. Determinou-se que a perda de negócios é o custo mais significativo, resultante da interrupção das operações, tempo de inatividade do sistema, rotatividade de clientes e danos à reputação, fatores que inevitavelmente resultam em perdas de receita. Além disso, verificou-se que amplificadores de custo como migração na nuvem, complexidade de TI e violações de terceiros adicionam quase US$ 370.000 ao custo total de uma violação.

Então, o que as organizações podem fazer para enfrentar esses desafios de segurança? Derek Manky destacou a importância da resposta a incidentes e da inteligência automatizada de ameaças, explicando como sua equipe utiliza esses conceitos para diminuir o impacto das violações de dados:

“No FortiGuard Labs, somos essencialmente um Centro de Operações de Segurança externo para clientes, no sentido de que estamos criando atualizações de definição, atualizações de antivírus e inteligência acionável. Vimos benefícios de custo consideráveis decorrentes de modelos de aprendizado de máquina, principalmente em vulnerabilidades de aplicativos com inteligência acionável sobre malware. Temos um sistema no back-end que analisa ameaças e, quando identificamos algo malicioso, criamos atualizações acionáveis que são enviadas por push ao nosso Security Fabric e aos nossos clientes. Esse sistema está efetivamente fazendo o trabalho de uma equipe de vários analistas. Portanto, as organizações podem obter um benefício de custo considerável implementando o aprendizado de máquina em seus planos de resposta a incidentes.”

Por outro lado, os cibercriminosos também estão aproveitando a automação e o aprendizado de máquina para aumentar a velocidade e a eficiência dos ataques. Sobre isso, Manky diz:

“Os adversários cibernéticos estão armando a IA e alavancando a tecnologia de enxame como um catalisador para acelerar ainda mais o ciclo de ataques. O uso de automação ofensiva resulta em menor latência para os atacantes ou em um tempo menor de violação (TTB), aumentando assim sua taxa de sucesso. As equipes de segurança precisam levar em consideração o fato de que os ataques estão ocorrendo em um ritmo muito mais rápido e ajustar suas estratégias defensivas propriamente. Isso requer tecnologia de automação avançada.”

 

O ciclo de vida da cibersegurança e a importância da prevenção

Existem cinco fases no ciclo da segurança cibernética, que vão da prevenção à correção, e devem fazer parte da estratégia de segurança de todas as organizações. Cada estágio é crucial para reduzir o impacto de uma violação por meio da identificação de ameaças, resposta a incidentes e resolução.

Prevenção: é o esforço para impedir que ameaças maliciosas se infiltrem na rede e para classificar os tipos de ataques direcionados à organização em tempo real. Nesta fase do ciclo, as organizações podem interromper os ataques antes que qualquer processo possa ser executado na rede.

Detecção: é o esforço para reconhecer e identificar ameaças na infraestrutura de segurança de TI de uma organização que conseguiram se infiltrar apesar dos esforços de prevenção. Durante essa fase, as empresas precisam ser capazes de identificar processos maliciosos que estão sendo executados em um dispositivo na rede.

Contenção: erefere-se ao esforço para impedir a disseminação de uma ameaça cibernética, uma vez que ela tenha sido detectada e identificada na rede.

Recuperação: ocorre após a contenção da ameaça. Nesta fase, as equipes de segurança trabalham para restaurar a infraestrutura de TI ao seu estado anterior e estável.

Remediação: refere-se ao esforço feito para garantir que processos e tecnologias sejam atualizados para mitigar futuros eventos cibernéticos. Isso inclui o reforço de programas de treinamento e conscientização de funcionários, pois os indivíduos desempenham um papel crucial na viabilização de violações de segurança cibernética.

A maioria das organizações tende a concentrar grande parte de seus esforços de segurança cibernética na detecção de ataques cibernéticos porque eles consideram a prevenção muito complicada de alcançar. De fato, 76% dos participantes de uma pesquisa do Instituto Ponemon concordam que a prevenção seria muito desafiadora para ser alcançada dentro de seu programa de segurança cibernética. Quando perguntados sobre o motivo desse pensamento, os entrevistados observaram problemas em torno da identificação de ataques e na implantação de tecnologias eficazes, sua própria experiência interna em segurança cibernética e o desafio de lidar com ameaças cibernéticas falso-positivas.

Embora impedir um ataque cibernético seja desafiador, o Dr. Larry Ponemon explicou que as organizações podem obter uma economia significativa de custos quando um ataque é impedido durante esta fase do ciclo. Ele detalhou essa economia de custos com o seguinte exemplo:

“Lidar com ataques de phishing custa em média US$ 832.500. Mas 82% desse custo é gasto durante as fases de detecção, contenção, recuperação e correção, e apenas 18% são gastos durante a prevenção. Portanto, se um ataque for evitado, a economia total de custos seria de US$ 682.650.”

 

Centros de Operações de Segurança e eficiência de custos

A De acordo com os resultados do estudo do Instituto Ponemon, a maioria das organizações acredita que seus SOCs (Centros de Operações de Segurança) são um elemento crucial de suas estratégias de segurança. Quando solicitados a classificar a importância das atividades do SOC, os entrevistados relataram que a maior parte do valor do SOC é proveniente da minimização de detecções de falsos-positivos, do aprimoramento de relatórios de inteligência de ameaças, do monitoramento e análise de alertas e da detecção aprimorada de intrusões. No entanto, quase metade de todos os entrevistados também relataram insatisfação com a capacidade geral de seus SOC em detectar ataques.

Além disso, depois de investigar a economia dos Centros de Operações de Segurança, os pesquisadores descobriram que a terceirização de serviços SOC não melhora a eficiência de custos. Em média, as organizações gastam US$ 2,86 milhões por ano em seu SOC interno – mas esse custo aumenta para US$ 4,44 milhões ao terceirizar as funções do SOC para um provedor de serviços de segurança gerenciado (MSSP).

No entanto, esses números dependem da disponibilidade interna dos recursos SOC adequados. Três quartos das organizações classificaram o gerenciamento de um ambiente SOC como um desafio. Ao mesmo tempo, apenas metade dessas organizações se sentiu capaz de contratar o talento certo para gerenciar seu SOC. Também pode ser por isso que apenas metade dessas organizações considerou que seu ambiente de SOC era eficaz. O ponto principal é que o custo é apenas parte da equação no estabelecimento de um ambiente SOC eficaz. As organizações precisam se concentrar na montagem da melhor equipe SOC possível.

 

IA melhora a resposta a incidentes e reduz os custos

Considerando a alta taxa de sucesso de violações de dados, Manky destacou o papel crítico da resposta a incidentes e da automação na redução dos custos de violações de dados. Ele enfatizou que a inteligência artificial (IA) é uma ferramenta essencial que pode ajudar as equipes do SOC a superar os desafios associados à mitigação de violações e à resposta a incidentes.

A maioria das organizações relata sucesso com a implementação da IA, observando aumento na velocidade da análise de ameaças, aceleração na contenção de ameaças por meio da separação automática de dispositivos ou hosts infectados, e identificação aprimorada de vulnerabilidades de segurança. Ao obter esses benefícios, as organizações podem aproveitar a IA para reduzir o tempo e o custo da resposta a incidentes. Dr. Larry Ponemon explicou ainda:

“Quando a IA é usada para conter explorações cibernéticas, o tempo e o custo são significativamente reduzidos. O custo médio de não usar a IA para lidar com explorações cibernéticas é superior a US$ 3 milhões, contra US$ 814.873 se a IA for usada. Assim, uma empresa pode potencialmente economizar uma média de mais de US$ 2,5 milhões em custos operacionais.”

 

Considerações finais

Os principais CISOs e especialistas no campo da segurança alertam que as violações de dados são inevitáveis. Com os custos de violação atingindo perto de US$ 4 milhões, as organizações devem estar totalmente preparadas para evitar ou lidar com a perda associada a um ataque bem-sucedido. Por esse motivo, as empresas devem concentrar seus esforços no desenvolvimento de uma estrutura de segurança que destaque a prevenção e a resposta a incidentes, além de alavancar os recursos de IA para diminuir o impacto econômico de uma violação.

 

A inovação digital transformou o nosso modo de viver

A rápida ascensão do comércio eletrônico e dos jogos on-line expressam como as empresas dependem do poder da internet e quais serviços elas esperam oferecer. A prova disso, segundo relatado pelo Departamento do Comércio dos EUA, é que o comércio eletrônico aumentou de US$ 461 bilhões em 2017 para US$ 602 bilhões em 2020; um aumento de 31%.

A rápida ascensão do comércio eletrônico e dos jogos on-line expressam como as empresas dependem do poder da internet e quais serviços elas esperam oferecer. A prova disso, segundo relatado pelo Departamento do Comércio dos EUA, é que o comércio eletrônico aumentou de US$ 461 bilhões em 2017 para US$ 602 bilhões em 2020; um aumento de 31%.

Por causa da velocidade com que o tráfego de usuários está crescendo, impulsionado pelo ritmo em que aplicações, fluxos de trabalho e transações precisam acontecer, muitas organizações tiveram que adotar um data center em hiperescala. Além disso, criou-se um número crescente dessas redes de alto desempenho usando infraestruturas avançadas de switching e roteamento.

Como resultado, soluções de segurança tradicionais estão sendo descartadas porque não podem oferecer proteção adequada devido às limitações de desempenho inerentes que resultam em afunilamentos no fluxo de trabalho e em uma experiência de usuário ruim. Em muitos casos, a segurança acaba sendo deixada de lado para favorecer a experiência do usuário, já que os dispositivos de segurança entrariam em colapso quando fossem usados para proteger o consumo de serviços on-line pelos usuários. Em vez disso, um número crescente de organizações precisou substituir a segurança em nível corporativo por VLANs e listas de controle de acesso de camada 4 para proteger seus ambientes de alto desempenho.

Do ponto de vista da segurança, isso pode ser desastroso. Essas alternativas oferecem poucos recursos para impedir que invasores “se disfarcem” de usuários legítimos, estabeleçam uma base e se movam lateralmente pela rede para ganhar acesso às credenciais, às aplicações e aos dados. Usando um método de ataque totalmente diferente, agentes nefastos também poderiam enviar volumes de solicitações para sobrecarregar um site. Com isso, os sites de comércio eletrônico e outros serviços on-line poderiam entrar em colapso, resultando em perda de receita, má reputação e, nos piores casos, fazer as organizações fecharem as portas de vez.

As organizações jamais deveriam ter que fazer a escolha impossível entre desempenho e proteção.

 

Interrupções podem causar desvios, mas a jornada para a inovação digital continua

Enquanto as organizações estavam remoendo esse conflito de escolha entre oferecer serviços on-line de alta velocidade para expandir os negócios ou reduzir as incertezas causadas pela falta de controles de segurança de alto desempenho, fomos atingidos por mais uma calamidade: a pandemia da COVID-19. Essas mesmas organizações tiveram que direcionar seus recursos para fornecer rapidamente uma força de trabalho remota massiva com tecnologias de VPN baseadas em criptografia. Foram iniciados planos de recuperação de desastres e continuidade dos negócios para manter os trabalhadores produtivos e aumentar a moral durante um período de incertezas.

No entanto, muitas organizações logo descobriram que seus firewalls (criados usando hardware de prateleira) não ofereciam escalabilidade e espaço de desempenho suficientes para inspecionar e proteger o grande número de conexões remotas que surgiu. Mesmo depois de pagar taxas elevadas de licenças e upgrades de VPN para escalar a conectividade, elas ainda precisaram instalar novos firewalls para lidar com as necessidades crescentes de escala e desempenho. Como resultado, duas das suas maiores preocupações com custo e complexidade acabaram sendo exacerbadas.

 

Mas um momento de crise também pode se tornar um momento de oportunidade

O resultado dessa transformação repentina das redes em todo o mundo é que agora os usuários podem colaborar com mais eficácia entre si, com os clientes e com parceiros, de maneiras nunca antes imagináveis. O uso de mídia avançada por streaming permite que as organizações entreguem conteúdo, colaboração e treinamento enquanto preservam a experiência do usuário. Esse é o novo “normal”.

No entanto, para aproveitar essa oportunidade, é preciso criar redes de desempenho ultra-alto, capazes de lidar igualmente bem com as necessidades de usuários internos e externos. Mas essas mesmas redes criam desafios de segurança que exigem uma abordagem que não é oferecida por firewalls comerciais tradicionais baseados em hardware.

 

Crie redes ultrarrápidas orientadas a segurança com o FortiGate 4200F

O poder para oferecer a segurança exigida pelas redes de hoje em dia só é possível usando hardware de finalidade específica. O mais recente processador de rede NP7 da Fortinet permite um desempenho astronômico e capacidade incomparável, tudo isso oferecido na plataforma de segurança mais econômica do setor, o FortiGate 4200F

O poder para oferecer a segurança exigida pelas redes de hoje em dia só é possível usando hardware de finalidade específica. O mais recente processador de rede NP7 da Fortinet permite um desempenho astronômico e capacidade incomparável, tudo isso oferecido na plataforma de segurança mais econômica do setor, o FortiGate 4200F

A aceleração de hardware do FortiGate 4200F é possibilitada pelo processador de rede de sétima geração da Fortinet, o NP7, que oferece uma classificação de computação de segurança de 5 a 15 vezes maior do que qualquer outra solução de segurança do mercado. Ele oferece, por exemplo, 15 vezes a média do setor com mais de 8 milhões de sessões por segundo.

O FortiGate 4200F também oferece a maior velocidade, escala e desempenho para grandes empresas e MSSP, possibilitando que os operadores móveis ofereçam segurança para proteger o mundo hiperconectado. Ele proporciona escalabilidade de 400 milhões de conexões de usuários de NAT de nível normal ou de operadora, oferecendo a maior classificação de computação de segurança, 14 vezes acima da média do setor.

O FortiGate 4200F também oferece a maior velocidade, escala e desempenho para grandes empresas e MSSP, possibilitando que os operadores móveis ofereçam segurança para proteger o mundo hiperconectado. Ele proporciona escalabilidade de 400 milhões de conexões de usuários de NAT de nível normal ou de operadora, oferecendo a maior classificação de computação de segurança, 14 vezes acima da média do setor.

 

Casos de uso essenciais do FortiGate 4200F

  • Organizações de serviços financeiros criando acesso remoto altamente escalável: nesse mundo em constantes mudanças, as organizações de serviços financeiros precisam habilitar uma força de trabalho remota que possa estar on-line sem demora e conduzir transações confidenciais que dependem de respostas em questão de microssegundos. Nesse cenário, a velocidade se converte em produtividade. O FortiGate 4200F oferece a maior classificação de computação de segurança do setor, de 10x para o desempenho criptografado por IPsec, permitindo que as organizações mantenham a continuidade dos negócios e, ao mesmo tempo, sustentem as operações contínuas.
  • Grandes empresas de manufatura e energia gerenciando riscos de segurança internos: é essencial abordar a superfície de ataque em expansão, especialmente nos ambientes em rede dinâmicos de hoje em dia, para proteger aplicações críticas que operam em infraestruturas confidenciais. Para oferecer acesso confiável a aplicações e manter a conformidade, é preciso que essas organizações segmentem suas redes em grande escala. Com uma classificação de computação de segurança de 5x para inspeção de SSL (incluindo TLS 1.3), o FortiGate 4200F entrega o melhor preço/desempenho do setor.
  • Fornecedores de comércio eletrônico e varejo eletrônico de alta velocidade que lidam com picos de conexão baseados em eventos: é indispensável gerenciar requisitos de capacidade nunca antes vistos e oferecer suporte a até dezenas de milhões de conexões de usuários por segundo nos ambientes corporativos virtuais de hoje em dia. Com uma classificação de computação de segurança de 14x para conexões por segundo, o FortiGate 4200F oferece segurança de alto desempenho para lidar com as necessidades crescentes sem comprometer a experiência do usuário. Além disso, com uma classificação de computação de segurança de 8x para funcionalidade do firewall, o FortiGate 4200F oferece proteção essencial para uma grande variedade de empresas on-line.
  • Organizações governamentais, de petróleo e gás e farmacêuticas avançadas que exigem suporte para fluxos de elefante. Os data centers de hoje precisam transferir com segurança conjuntos de dados massivos (p. ex., arquivos de 1 TB) para atividades como simulações de IA/ML usadas em pesquisa de ponta. O FortiGate 4200F permite a rápida transferência de grandes conjuntos de dados, oferecendo suporte a vários fluxos de elefante de 100 Gbps para que as organizações não precisem escolher entre desempenho e proteção.
  • Provedores de nuvem e grandes empresas que devem segmentar redes virtuais altamente escaláveis. Produtos de segurança típicos que usam soluções de LAN de extensão virtual (VXLAN) baseadas em software apresentam baixo desempenho e alta latência, o que aumenta o tempo de entrega do serviço. O FortiGate 4200F oferece VXLAN acelerada por hardware para possibilitar uma comunicação segura e ultrarrápida sem afetar o desempenho.

 

Continue em seu caminho rumo à inovação digital sem comprometer outros elementos com o FortiGate 4200F

Com seus recursos incomparáveis de escala, desempenho, aceleração e segmentação interna, velocidade e agilidade, os NGFWs do FortiGate 4200F equipado com NP7 oferecem às grandes organizações a capacidade de desenvolver e segmentar serviços, gerenciar riscos internos e externos, proteger transações de grandes volumes e preservar a experiência do usuário. O NP7 da Fortinet também prepara os appliances do FortiGate para o futuro, possibilitando uma segurança ágil e de alto desempenho para data centers em hiperescala e outros ambientes onde a hiperescala, a hiperconectividade e o hiperdesempenho são fundamentais.

Leia mais sobre como o FortiGate 4200F permite um firewall de rede ultrarrápido, segmentação interna acelerada e soluções de teletrabalho altamente escaláveis.

Saiba como a Echoenergia e a Cruz Vermelha da Nova Zelândia usaram o Fortinet Security Fabric para proteger suas redes da borda ao núcleo.

 

7 considerações fundamentais para o desempenho do firewall na era do trabalho remoto seguro

7 considerações fundamentais para o desempenho do firewall na era do trabalho remoto seguro

A pandemia da COVID-19 forçou as organizações a colocar em ação os programas de trabalho remoto, muitas vezes com lições aprendidas ao longo do caminho. Hoje, todas as organizações no mundo devem estar aptas a se adaptar às mudanças nas condições de negócios com pouca antecedência e garantir que o trabalho remoto seguro faça parte de um plano robusto de continuidade de negócios.

Isso não é tão fácil. Quando falamos em desempenho e escalabilidade, as organizações que lutam com uma força de trabalho remota estão aprendendo os limites de soluções desatualizadas de rede privada virtual (VPN) e firewall integrado. Muitas já viram em primeira mão que simplesmente não é possível escalar firewalls tradicionais para várias aplicações usadas no teletrabalho seguro. Isso acaba colocando um fardo ainda maior sobre as equipes de TI, que precisam atualizar os firewalls e instalar appliances completamente separados para conseguir manter o ritmo.

Os Next-Generation Firewalls (NGFW) devem estar aptos a oferecer desempenho e recursos avançados por um custo viável e capacidade de escalabilidade para atender às demandas futuras das equipes distribuídas. A pandemia não será a última vez que as equipes precisam oferecer o melhor desempenho possível em um ambiente primariamente remoto.

 

Quando o preço não atende ao desempenho

Já faz décadas que as equipes estão falando sobre o desempenho do NGFW, então por que isso ainda é um problema? A verdade é que a maioria das soluções de segurança não está apta a oferecer velocidade e escala por um preço acessível para boa parte das empresas. Isso se deve principalmente ao fato de que muitos dos fornecedores de segurança por trás dessas soluções não investem em tecnologias econômicas para criá-las. Como resultado, a maioria das organizações acaba sem grande escolha e adquire firewalls tradicionais com desempenho limitado e mínimo espaço para escalabilidade.

Digamos que uma empresa típica tenha comprado firewalls pensando em 5%, talvez até 10% dos trabalhadores remotos que possuía. Quando a quantidade de trabalhadores remotos disparou para mais de 90% durante a pandemia, o consumo de recursos para conexões de cliente VPN remoto também cresceu, afetando consideravelmente a capacidade do firewall. Assim, considere que, em circunstâncias “normais”, firewalls com desempenho abaixo do esperado estejam longe de ser ideais, prejudicando a taxa de transferência da rede e apresentando outros problemas. No entanto, durante um evento crítico ou durante as mudanças sísmicas que as empresas sofrem à medida que adotam a inovação digital, muitos firewalls apresentem afunilamentos e quedas na produtividade.

Imagine uma empresa de serviços financeiros que não consegue acompanhar o ritmo dos concorrentes porque sua latência de transações triplicou. Ou que uma equipe de TI já estressada em uma grande organização de comércio eletrônico esteja sendo inundada por reclamações porque tentou oferecer suporte seguro a dezenas de milhões de conexões de usuários por segundo e isso desacelerou tais conexões a um nível inimaginável. Ou, ainda, que organizações focadas em pesquisa genômica ou necessidades governamentais de acesso restrito de repente estão se perguntando se jamais poderão transferir novamente conjuntos de dados enormes com segurança (os chamados “fluxos elefantes”)?

Esses desafios podem parecer exclusivos de alguns poucos setores. Mas o que não é exclusivo — seja durante uma pandemia ou qualquer outra mudança igualmente massiva e repleta de incertezas nas condições de trabalho — é que as organizações de todos os portes enfrentam desafios para aumentar o tempo de entrega do serviço como resultado de firewalls com baixo desempenho. Um investimento ruim em NGFW pode desacelerar a produtividade, prejudicar a continuidade dos negócios e ameaçar a segurança.

 

O que buscar ao avaliar o desempenho do NGFW

Os NGFWs desempenham um papel importante na proteção contra ameaças e na preservação da continuidade dos negócios. As equipes de segurança usam NGFWs para monitorar o ambiente de TI de qualquer lugar, da borda de rede ao data center, e adquirir visibilidade sobre os usuários, dispositivos de endpoint, aplicações e ameaças de segurança nas redes.

As sete considerações a seguir devem guiar a avaliação do desempenho do NGFW.

1. Desempenho da VPN de IPsec

Funcionários de teletrabalho têm acesso a dados confidenciais da empresa. Para protegê-los contra invasões, é preciso garantir que a conexão do funcionário remoto com a rede da empresa seja segura. Para isso, uma sessão criptografada não apenas protege a confidencialidade e a integridade de dados corporativos confidenciais em trânsito, mas também garante que todo o tráfego entre o funcionário e a internet pública seja monitorado e protegido pela infraestrutura existente de segurança cibernética da organização. Para colocar uma grande força de  trabalho remota on-line de modo a manter os níveis de produtividade e a continuidade dos negócios, é preciso oferecer suporte a um grande número de conexões seguras chamadas túneis de VPN de IPsec ou camada de soquete seguro (SSL). Igualmente importante é o desempenho agregado do sistema. O NGFW deve ser capaz de sustentar as conexões do usuário e a carga do tráfego criptografado independentemente da localização dos usuários.

2. Desempenho de proteção contra ameaças

Como é o desempenho do seu NGFW ao executar uma proteção completa contra ameaças? Idealmente, um NGFW pode sustentar o desempenho com proteção completa contra ameaças (isso significa firewall, intrusion prevention, antivírus e application control). Em aproximadamente três décadas de tecnologia de firewall, pelo menos um aspecto permaneceu constante: os fornecedores que falam ambiguamente sobre o desempenho da proteção contra ameaças. Insista para receber valores reais e uma leitura atenta dos documentos que fazem alegações sobre o desempenho.

3. Capacidade de inspeção SSL

Atualmente, a maior parte do tráfego de rede da empresa é criptografado. Com isso, agentes mal-intencionados estão constantemente tentando se aproveitar ao inserir malware em pacotes criptografados. A descriptografia e a inspeção de SSL podem lidar com esses riscos de segurança interceptando o malware, mas a inspeção do SSL tem uma desvantagem: a taxa de transferência reduzida. Se a redução for muito grande, a relação tradicionalmente tensa entre segurança e produtividade dos negócios novamente entrará em conflito. Todos os NGFWs sofrem algum impacto na taxa de transferência com o SSL ativado, mas os melhores apresentam um desempenho previsível com mínima degradação da velocidade.

4. Preço vs. desempenho

Muitos fornecedores de NGFW aumentam o tamanho dos firewalls para impulsionar o desempenho e o preço para corresponder a esse tamanho. As melhores soluções de NGFW, no entanto, combinam preço e desempenho visando uma menor pegada tecnológica. No que diz respeito ao custo total de propriedade (TCO), há anos as equipes têm sido forçadas muitas vezes a escolher entre preço e desempenho. Mas grandes saltos rumo à tecnologia avançada de firewall, sustentada por processadores de rede de nível internacional que podem atingir níveis de desempenho sem precedentes, estão deixando a conversa sobre TCO mais satisfatória.

5. Validação de terceiros verossímil

Nenhuma organização que faça um investimento tão importante quanto um NGFW deve confiar apenas na documentação do fornecedor ou no boca a boca. Avaliações de terceiros reconhecidos, como Gartner e NSS Labs, fornecem validação detalhada das soluções de NGFW, e sua consulta é altamente recomendada.

6. Fácil gerenciamento de painel de controle único

Um fator que costuma acabar com a produtividade é quando as equipes de segurança precisam alternar entre vários painéis para avaliar vulnerabilidades, responder a ameaças e garantir a resiliência do sistema. Mas foi-se o tempo em que as equipes não podiam incluir o próprio NGFW nos consoles de gerenciamento para outras partes da infraestrutura. As equipes deveriam insistir no gerenciamento de painel de controle único, combinando o NGFW como parte de uma ampla arquitetura de segurança integrada que permite o compartilhamento de informações sobre ameaças entre dispositivos de rede e o recebimento automático de threat intelligence

7. À prova de obsolescência

À medida que a TI continua a evoluir do centro de custo para o facilitador de negócios, todas as organizações estão adotando a inovação digital de alguma maneira. No entanto, as iniciativas de inovação digital se arrastam quando as organizações acrescentam a complexidade e introduzem desafios de desempenho porque não integraram suas soluções, não dimensionaram corretamente seus investimentos ou não se planejaram para atividades futuras. Isso inclui a integração com o NGFW. Garantir um NGFW que não apenas ofereça desempenho por um custo e uma escala aceitáveis, mas que também possa antecipar demandas futuras, é uma prática que garante que as organizações maximizem seus investimentos em segurança de rede para obter um retorno superior do investimento, tanto agora como no futuro.

 

Os quatro desafios mais críticos de segurança cibernética de nossa geração

Tendências da Indústria

 

A transformação pela qual a maioria das redes está passando é muito maior e mais impactante do que as pessoas imaginam. Dispositivos de IoT, computação em nuvem e o rápido desenvolvimento de aplicativos de negócios aceleraram a coleta e a distribuição de Big Data. Os data centers encarregados de extrair esses dados para impulsar ainda mais a agilidade e a capacidade de resposta dos negócios estão adicionando inteligência artificial e machine learning para tornar isso possível. O resultado é hipervelocidade, hiperconectividade e hiperescala crescendo a uma taxa exponencial.

Tudo isso estabelece a base para coisas como carros, edificios, cidades e infraestruturas inteligentes, incluindo transporte, redes de energia e fabricação. O crescimento da oferta de dispositivos móveis mais rápidos e funcionais e novos modelos de computação de ponta, equipados com 5G, acelerará tudo isso ainda mais, à medida que bilhões de novos ambientes são adicionados e interconectados por meio de um ambiente global de redes, tanto públicas como privadas.

Nesse novo cenário, os humanos simplesmente não conseguem se mover rápido o suficiente para adicionar segurança de forma reativa, especialmente quando as redes são frequentemente ad hoc e cada vez mais temporárias. Se quisermos proteger dados, informações pessoais e infraestrutura crítica contra criminosos cibernéticos em um ambiente em constante mudança, a segurança cibernética deve ser uma característica fundamental de todos os produtos e sistemas a partir do momento em que são concebidos, permitindo a interoperação, a expansão e a contração automática, assim como o crescimento em tempo real.

Para atingir esse grau de profunda integração de segurança, que é absolutamente essencial para alcançar e manter uma sociedade e uma economia verdadeiramente digitais, os líderes empresariais devem prestar atenção a quatro desafios fundamentais:

 

1. Compartilhar informações em tempo real

Os ataques podem penetrar em um dispositivo ou rede em um piscar de olhos, explorando inclusive brechas temporárias de segurança devido a sistemas de segurança não integrados, que lutam para acompanhar mudanças dinâmicas nas conexões e na infraestrutura de rede. No mundo de hoje, onde tudo está sob demanda, a velocidade é fundamental para a criação de uma estratégia eficaz de segurança cibernética. E para dificultar o desafio, uma porcentagem crescente do volume do tráfego da Internet está sendo criptografada.

Velocidade é fundamental e depende de sua profunda integração nos dispositivos e sistemas que estão sendo protegidos. Mas a velocidade por si só não é suficiente. A visibilidade também é necessária, e isso requer acesso quase em tempo real às informações sobre ameaças. A troca de informações debe ocorrer entre dispositivos na mesma rede e também entre organizações e entidades tradicionalmente isoladas.

Os cibercriminosos não reconhecem fronteiras políticas ou geográficas, e nossa nova economia digital está tão profundamente interconectada pela tecnologia que a cibersegurança e a segurança global se tornaram a mesma coisa. O resultado é que nenhuma organização, pública ou privada, pode ter uma visão completa de todo o cenário cibernético e se defender contra ameaças virtuais, a menos que todos compartilhemos ativamente a inteligência de ameaças.

 

2. Colaborar de forma ampla e profunda

A colaboração permite a criação de uma mente coletiva, o rápido aprendizado e a expansão constante de nossas competências e capacidades. Se organizações ou estados não aprendem uns com os outros, os mesmos ataques derrubarão desnecessariamente inúmeras entidades.

Essa colaboração deve ser ampla e profunda. Ampla porque todos estão envolvidos em uma conversa comum sobre segurança cibernética e em como lidar com os inimigos. E profunda, porque a conversa por si só não é suficiente. Precisamos trabalhar juntos para aprofundar nosso conhecimento coletivo, colaborando no compartilhamento de inteligência de ameaças, na educação e na próxima geração de tecnologias de cibersegurança, aumentadas pelo machine learning e inteligência artificial.

O custo estimado dos danos causados por cibercriminosos, malware e violações de dados é projetado em US$ 6 trilhões até 2021. Para capacitar a liderança para enfrentar esses desafios, especialistas em tecnologia e tomadores de decisão de alto nível nos setores público e privado devem trabalhar juntos

Mais de 92% do malware é entregue por email. Com as políticas e campanhas corretas de conscientização, bem como diligência na prática, poderíamos eliminar mais de 90% do malware simplesmente ensinando novas habilidades que superem antigos hábitos.

 

3. Criar e promover uma visão integrada de segurança cibernética

Para que o compartilhamento e a colaboração das informações sejam eficazes, todos precisamos ter uma visão e compromisso exclusivos para criar uma estratégia de segurança de TI verdadeiramente integrada. Essa visão de segurança cibernética integrada deve ser ampla e inclusiva, antecipando as próximas ações dos criminosos cibernéticos, em vez de apenas reagir a elas.

Esse deve ser um esforço global, em que a educação e o treinamento em segurança cibernética se tornam parte do desenvolvimento educacional de todos. Estamos enfrentando uma crescente lacuna de habilidades em segurança cibernética que ameaça a própria existência de nossa economia digital emergente e precisamos de uma estratégia que inclua organizações públicas e privadas para educar as pessoas a estarem mais conscientes dos riscos de operar no mundo digital, protegendo as gerações futuras de profissionais de segurança cibernética de que tanto precisamos. Sem esses esforços, não teremos soldados experientes o suficiente para combater esta guerra.

 

4. Promover a plataforma tecnológica

Para a maior parte da infraestrutura digital do mundo, a cibersegurança nunca fez parte do design. Isso deve mudar e começa-se a entender os desafios subjacentes.

Primeiro, a segurança cibernética requer enormes quantidades de potência informática, geralmente mais do que qualquer outro sistema em rede. A partir de agora, a maioria dos produtos, dispositivos e infraestrutura deve ter esse poder de computação adicional projetado. Além disso, as funções de segurança cibernética nos dispositivos devem caber em uma plataforma integrada, que distribui cargas de trabalho pelas camadas de um sistema.

Então a rede deve ter capacidade de autodefesa e não depender totalmente de dispositivos de segurança especialmente projetados. Essa estratégia de rede baseada em segurança altera muitas das suposições tradicionais da rede. Em vez de procurar apenas a rota mais rápida, a rede baseada em segurança leva em consideração o risco de cada rota e move o tráfego pela rota segura mais rápida. Para que isso funcione, todos os dispositivos de rede precisam compartilhar informações sobre a velocidade e o risco de cada rota de rede.

Segurança forte deve ser fornecida em toda a rede distribuída, combinada com baixa latência e alto desempenho, especialmente com a implementação de redes 5G. Isso só pode acontecer quando a segurança é incorporada a cada dispositivo, permitindo que eles detectem, mapeiem e colaborem automaticamente com outros dispositivos para criar e manter uma rede de segurança em ambientes dinâmicos e em constante mudança.

Segurança forte deve ser fornecida em toda a rede distribuída, combinada com baixa latência e alto desempenho, especialmente com a implementação de redes 5G. Isso só pode acontecer quando a segurança é incorporada a cada dispositivo, permitindo que eles detectem, mapeiem e colaborem automaticamente com outros dispositivos para criar e manter uma rede de segurança em ambientes dinâmicos e em constante mudança.

 

Avançando em direção a um mundo protegido

Independentemente da indústria, mercado vertical e geografia, os líderes empresariais, a indústria e o governo têm a responsabilidade de guiar suas organizações para um mundo mais seguro. Em um clima permeado por falta de confiança e pouca cooperação, os únicos vencedores são os cibercriminosos.

Somente através da verdadeira integração, por meio de dispositivos, redes públicas e privadas, indústrias e fronteiras nacionais e geográficas, a segurança cibernética pode criar um mundo verdadeiramente protegido.

 

As principais preocupações de segurança decorrentes da inovação digital

As redes em evolução e os ecossistemas de ameaças aumentam a complexidade da segurança

 

Resumo executivo

As iniciativas de inovação digital (ID) são projetadas para melhorar a eficiência da empresa e a experiência do cliente. No entanto, geralmente consegue-se isso com a implementação de novos sistemas e soluções, incluindo dispositivos de Internet das coisas (IoT), dispositivos móveis, computação em nuvem e novos locais para as filiais. Isso cria mais complexidades operacionais e de segurança que abrem a organização a novos riscos cibernéticos.

À medida que as superfícies de ataque digital se expandem e o panorama das ameaças cibernéticas evolui, as equipes de segurança geralmente tentam resolver os novos riscos implementando produtos de segurança pontuais. No entanto, a maior complexidade associada ao monitoramento e ao gerenciamento dessas soluções de pontos, exacerbada pelas novas regulamentações relativas à proteção de dados, deixa as equipes de segurança despreparadas para proteger a organização contra as ameaças cibernéticas.

 

Introdução

As iniciativas de ID proporcionam às organizações uma série de benefícios, mas também têm os seus custos em termos de infraestrutura e segurança. Novos dispositivos implementados como parte das iniciativas de ID aumentam a complexidade dos ambientes de rede. Este aumento da complexidade cria novos desafios de segurança.

 

Novos dispositivos introduzem novas ameaças

As iniciativas de ID geralmente incluem a implantação de novos dispositivos e locais de trabalho. No entanto, estas inclusões à WAN corporativa ampliam a superfície de ataque da organização:

  • Os dispositivos de IoT são inseguros. Os dispositivos de IoT raramente recebem correções e fazem uso de protocolos inseguros e senhas padrão. O botnet Mirai comprometeu centenas de milhares de dispositivos fazendo login com uma lista de 61 combinações comuns de nome de usuário e senha.
  • Os dispositivos móveis contornam a segurança. Os dispositivos móveis geralmente saltam entre redes internas e externas, possivelmente carregando malware por trás do firewall corporativo. Além disso, os dispositivos móveis “sempre ativos” aumentam a suscetibilidade dos funcionários a ataques de phishing.
  • A computação em nuvem é um território desconhecido. Quase três quartos dos profissionais de segurança cibernética têm dificuldade para entender o modelo de responsabilidade compartilhada da nuvem, que é um conceito fundamental de segurança em nuvem. Essa falta de entendimento coloca a organização em risco.
  • As redes das filiais expandem os requisitos de segurança. Em cada novo local há dispositivos a serem protegidos. Além disso, as organizações dependem cada vez mais de aplicações de software como serviço (SaaS) sensíveis à latência, e nem sempre é viável realizar o roteamento de todo o tráfego por meio da rede da sede para varredura de segurança.
  • O trabalho remoto cria desafios únicos. As organizações estão cada vez mais permitindo que os funcionários trabalhem remotamente. No entanto, o trabalho remoto introduz novos desafios, como a falta de escalabilidade da rede virtual privada (VPN) e o aumento da exposição às infecções por malware.

Para monitorar e proteger esses novos dispositivos e ambientes geralmente é necessário usar ferramentas de segurança especializadas. Isso aumenta a carga das equipes de segurança que devem monitorar e gerenciar essas soluções e painéis de controle adicionais.

 

As ameaças cibernéticas estão ficando mais sofisticadas

O crime cibernético é uma profissão lucrativa, e os adversários estão ficando mais sofisticados. O aumento da maturidade dos agentes de ameaça cibernética é evidenciado pelas ferramentas e técnicas usadas em seus ataques:

  • A maioria dos malware são de dia zero. O uso de malware polimórfico significa que metade dos ataques de malware usam malware de dia zero. Isso aumenta a dificuldade de detectar e remediar esses ataques.
  • O tráfego malicioso é criptografado. Uma porcentagem crescente do tráfego de comando e controle do malware é criptografada. Isto pode reduzir a visibilidade da organização sobre os ataques em curso.
  • Os ataques direcionados são mais eficazes. Os cibercriminosos estão usando cada vez mais ataques direcionados, com 65% dos grupos de crimes cibernéticos usando o spear phishing como seu principal vetor de ataque. Esses ataques mais direcionados são mais propensos a levar os funcionários a clicarem em um link ou a abrirem um anexo malicioso.

Enquanto o setor do crime cibernético evolui, os defensores cibernéticos normalmente são incapazes de acompanhar. Uma lacuna em termos de talentos em segurança cibernética com mais de 4 milhões de posições não preenchidas deixou as organizações com falta de funcionários. Aqueles que já fazem parte da folha de pagamento são prejudicados por processos manuais de segurança que não se ajustam à frequência e à complexidade dos ataques cibernéticos.

Os produtos pontuais aumentam a complexidade da segurança

À medida que a superfície de ataque digital cresce e as ameaças cibernéticas tornam-se mais sofisticadas, as organizações acabam sendo pressionadas a implementar remediações imediatas. Muitas organizações conseguem isso implementando as melhores soluções de segurança cibernética independentes do mercado para resolver todos os possíveis vetores de ataque à medida que são descobertos.

Como consequência, a empresa média possui 75 produtos de segurança pontuais distintos implementados em sua rede. A falta de integração entre as ferramentas desses portfólios de vários fornecedores significa que as equipes de segurança devem coletar, agregar e analisar manualmente os dados de diversas plataformas, montando o contexto necessário para detectar e remediar as ameaças em suas redes.

Os analistas de segurança especializados podem economizar tempo colhendo somente um subconjunto de dados importantes. No entanto, esses especialistas são escassos, deixando os analistas menos experientes em um beco sem saída: eles colhem manualmente todas as fontes de dados referentes aos incidentes, desperdiçando, possivelmente, um tempo de remediação valioso? Ou correm o risco de ignorar um dado crucial para a compreensão e remediação de um incidente? Até mesmo os especialistas logo ficarão sobrecarregados, se ainda não estiverem, com a enorme quantidade de dados de alerta gerados pela proliferação de produtos de segurança e desencadeados pelo crescente volume de ataques.

 

Os novos regulamentos sobrecarregam os recursos de segurança

Os regulamentos de proteção de dados, tais como o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (RGPD) e a Lei de Privacidade do Consumidor da Califórnia (CCPA), foram projetados para proteger a privacidade dos seus constituintes. No entanto, estes regulamentos sobrecarregam muito as organizações que recolhem e protegem estes dados:

  • A conformidade regulatória é dispendiosa. As novas leis, como o RGPD, impõem requisitos de segurança rigorosos, cuja implementação é onerosa. Um terço das empresas gasta mais de 1 milhão de dólares somente para conquistar a conformidade com o RGPD.
  • Os titulares dos dados têm novos direitos. Os titulares dos dados podem solicitar acesso, a modificação ou eliminação dos seus dados de acordo com as novas leis de privacidade. Se feito manualmente, “o custo médio destes fluxos de trabalho é de aproximadamente US$ 1.400”.
  • O panorama da conformidade está se expandindo. O RGPD é o primeiro de muitos novos regulamentos de proteção de dados. Embora estas leis tenham os mesmos objetivos, geralmente têm requisitos de segurança, processos e relatórios muito distintos. A complexidade de manter a conformidade com todos os regulamentos aplicáveis está aumentando exponencialmente.

Conquistar, manter e demonstrar a conformidade com essas novas leis de proteção de dados é oneroso financeiramente e também no que diz respeito a tempo e recursos da equipe de segurança. No entanto, a não conformidade pode ser ainda mais dispendiosa, com as multas do RGPD atingindo 20 milhões de euros ou 4% da  receita global, bem como sanções, tais como proibições para processamento de dados ou advertências públicas.

 

Inovação digital com uma arquitetura de segurança integrada

As iniciativas de ID criam novos desafios de segurança à medida que a expansão das superfícies de ataque emerge e o panorama das ameaças cibernéticas em evolução cria novas ameaças. Enquanto há necessidade dos melhores produtos de segurança do mercado para a segurança, os produtos pontuais não integrados aumentam a complexidade da segurança. Atingir uma segurança escalável e eficaz requer uma integração rigorosa, combinada com ampla visibilidade e automação, em toda a arquitetura de segurança da organização.

 

A complexidade da rede cria ineficiências enquanto aumenta os riscos

Entendendo as causas e implicações

 

Visão geral executiva

A rápida adoção da transformação digital (DX) torna a rede e a segurança mais complexas. Como resultado, a maior complexidade aumenta as vulnerabilidades. Isso resulta em uma frequência maior de violações de dados e em um custo médio mais alto por violação. Um dos fatores por trás da complexidade é a proliferação de produtos de segurança “pontuais” isolados. Outros determinantes incluem as demandas cada vez maiores para manter a conformidade com as leis de privacidade e regulamentações do setor e fornecer aos executivos e comitês de diretores avaliações regulares da postura de risco. Com um número limitado de profissionais de rede e segurança à sua disposição, os líderes de operações e engenharia de rede lutam para encontrar e recrutar os talentos com o conjunto de habilidades certo para atender a esses requisitos.

Presos na complexidade

A rápida adoção de inovações digitais como computação em nuvem, produtos da Internet das Coisas (IoT) e uma grande variedade de dispositivos móveis mudou a estrutura e a funcionalidade das redes corporativas. Como consequência dessa evolução digital, as infraestruturas corporativas tornaram-se cada vez mais complexas e fragmentadas, o que contribui para o aumento do número de violações de dados e também para um custo mais alto por incidente. A probabilidade média global de uma violação ocorrer nos próximos 24 meses continua a aumentar, saltando de 27,7% em 2017 para 27,9% em 2018. O tempo médio para identificar uma violação aumentou para 197 dias e o custo médio por incidente cresceu 6,4% em relação ao ano anterior, chegando a US$ 3,86 milhões.¹

Embora o aumento da sofisticação das ameaças e as estratégias de segurança desatualizadas tenham um papel importante nessa tendência, os desafios da complexidade da rede apresentam seus próprios riscos significativos. Isso pode ser visto no fato de que
mais da metade (52%) de todas as violações no ano passado foram causadas por erros humanos ou falhas no sistema (em oposição a ataques maliciosos ou criminosos).³

Os desafios de complexidade para líderes de rede se dividem em três principais áreas de foco:

  •  Acúmulo de ferramentas desconectadas que podem cobrir apenas um único requisito da empresa, o que atrapalha a visibilidade e, ao mesmo tempo, gera ineficiências operacionais
  •  Escassez de funcionários para gerenciar essas ferramentas e fluxos de trabalho associados, sem falar nos profissionais em cargos cruciais que possuem o treinamento, as habilidades e o conhecimento necessários para essas tarefas.
  • Requisitos de conformidade cada vez maiores associados a leis, regulamentos e padrões, e que normalmente exigem a compilação manual de relatórios e auditorias de recursos da equipe já sobrecarregados.

 

 

Excesso de produtos pontuais

O uso generalizado de produtos de segurança pontuais aumenta a complexidade do gerenciamento de rede e segurança para empresas. A empresa média usa mais de 75 soluções de segurança diferentes, muitas das quais abordam apenas um único vetor de ataque ou requisito de conformidade.5 As organizações precisam de diferentes ferramentas para diferentes ambientes de infraestrutura (por exemplo, data center, servidores virtuais, nuvem pública). Em alguns casos, essas soluções são gerenciadas por equipes separadas, o que pode gerar ineficiências operacionais quando se trata de coordenar políticas e controles.6

Dispositivos isolados criam uma arquitetura desagregada por padrão, onde soluções distintas não se comunicam entre si nem compartilham inteligência. Produtos pontuais impedem que as equipes de operações de rede e segurança tenham uma visão clara e consistente do que está acontecendo na organização. As equipes de rede e segurança carecem de uma visibilidade centralizada para monitorar a movimentação de dados e identificar atividades anômalas. Isso resulta em um desperdício de horas de trabalho devido ao aumento de tarefas manuais e do trabalho administrativo. As organizações ficam presas em um modo reativo perpétuo, o que dificulta a realização de um planejamento estratégico que antecipe mudanças na infraestrutura ou padrões de ameaças emergentes.

 

Escassez de profissionais qualificados

Os problemas dos produtos de segurança pontuais desconectados geralmente são agravados pela falta de profissionais qualificados para gerenciá-los. Posteriormente, as equipes de rede podem ficar sobrecarregadas com as demandas de manutenção dessas infraestruturas complexas. Em uma pesquisa recente, 27% dos profissionais de segurança relataram altos volumes de alertas como resultado do uso de ferramentas de segurança pontuais, dificultando a priorização e investigação de incidentes.8 A maioria das empresas não tem recursos humanos suficientes para pesquisar e responder a todos os alertas que detectam anomalias. Os processos de segurança manuais tornam as operações lentas e, ao mesmo tempo, expõem a organização a riscos maiores, levando mais tempo para detectar um possível problema de segurança e mais ainda para remediar os problemas depois de descobertos. Mesmo as grandes empresas com equipes de TI grandes e dedicadas ainda têm dificuldade de monitorar suas redes para controlar quais dispositivos estão conectados, quem tem acesso aos dados, onde os dados são armazenados e quais recursos são necessários para aplicações e fluxos de trabalho.

Além do tempo que leva para examinar fisicamente, pesquisar e mitigar problemas de segurança potentes, o erro humano também é um fator significativo quando se trata de eficácia operacional geral. Erros e configurações incorretas são a principal causa de violações de segurança e/ou interrupções na rede.9 A atual falta de ferramentas significativas de automação e orquestração também reflete no aumento do tempo que leva para identificar e corrigir violações, ano após ano.10

 

Aumento das responsabilidades e dos riscos de conformidade

A conformidade regulatória complica ainda mais esse cenário para os líderes de rede. À medida que os requisitos continuam a se expandir e a evoluir, as organizações têm maior responsabilidade (e sofrem maior pressão) para demonstrar a devida diligência. As consequências das violações de conformidade podem incluir multas, sanções, perda de reputação, resultados comerciais negativos ou uma combinação dos itens acima. Em uma pesquisa da PwC, 85% dos consumidores disseram que não se envolveriam com uma empresa se tivessem preocupações com a segurança dela.12

Alguns exemplos notáveis incluem regulamentos governamentais, como o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) da União Europeia e padrões de segurança, como o Centro para Segurança da Internet (CIS) e a Estrutura de Segurança Cibernética do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST). Muitas organizações também devem estar em conformidade com o gerenciamento de riscos ISO 27001, Objetivos de Controle para Informações e Tecnologias Relacionadas (COBIT) e a estrutura do Comitê das Organizações Patrocinadoras (COSO) para combater fraudes corporativas. Existem também regulamentações específicas do setor a serem
consideradas, como a Lei de Responsabilidade e Portabilidade de Seguro de Saúde (HIPAA) dentro do setor de saúde.

Cada organização pode precisar provar sua responsabilidade por várias leis, regulamentos e padrões. E cada um deles carrega seu próprio conjunto de melhores práticas em evolução. O rastreamento de mudanças pode apresentar desafios para a equipe ano a ano. Na maioria das
empresas, o gerenciamento de conformidade em si é complicado, ineficiente e demorado. Normalmente, é preciso que a compilação manual seja feita por vários funcionários em tempo integral durante vários meses a cada ano. Para provar a conformidade, os dados de segurança de
vários dispositivos pontuais devem ser agregados e normalizados. Para cada solução diferente implantada, a equipe deve estar intimamente familiarizada com as ferramentas de auditoria e/ou com os painéis de controle individuais de cada fornecedor de dispositivo. Os processos de
auditoria manual também apresentam mais oportunidades para erros humanos, tornando-os ineficientes e ineficazes.

Mas a conformidade também deve ser mais do que uma obrigação de evitar multas punitivas e
publicidade negativa. A auditoria e a geração de relatórios também devem ser uma ferramenta
para ajudar os líderes de rede a identificar riscos de segurança, eliminar exposições e garantir
a integridade da rede. Se os processos de gerenciamento de conformidade forem muito
complicados para serem eficazes, os resultados de uma violação não detectada podem
ser muito mais graves do que os de uma pequena advertência regulatória.

 

Solução para simplicidade

A complexidade é inimiga da segurança, e as redes tornaram-se complexas demais para continuar a aplicar lógicas desatualizadas para proteger dados e operações contra explorações. Um artigo recente sobre o assunto explica a situação da seguinte maneira:

O setor de TI passou por muitas mudanças nos últimos anos, mas quando se trata de segurança cibernética, a mentalidade permanece a mesma. A lógica atual a respeito da segurança cibernética se enquadra na definição de insanidade, com muitas organizações fazendo a mesma coisa repetidamente e esperando resultados diferentes. No fim, elas ficam chocadas quando são as últimas a chegar às manchetes dos hackers.14

Os problemas associados à complexidade da rede não podem ser ignorados. A segurança deve ser reinventada e reprojetada para simplificar as operações das equipes de rede e de segurança. Os líderes de operações e engenharia de rede devem avaliar sua estratégia de segurança cibernética para abordar três falhas cruciais:

  • A necessidade de um gerenciamento centralizado e uma visibilidade transparente que possa escalar com o crescimento da infraestrutura
  • A necessidade de automação e orquestração para operações e fluxos de trabalho corporativos para aliviar os recursos já limitados da equipe de TI
  • A falta de ferramentas de auditoria e relatórios para ajudar a acelerar as demandas cada vez maiores de gerenciamento de conformidade

 

4 Considerações Cruciais para o design da arquitetura de segurança

Apresentando o Fortinet Security Fabric:

Para Segurança Ampla, Integrada e Automatizada

 

Visão geral executiva

As organizações estão adotando rapidamente iniciativas de inovação digital (DI) para acelerar seus negócios, reduzir custos, melhorar a eficiência e fornecer melhores experiências aos clientes. Para alcançar resultados de DI, minimizando a complexidade e gerenciando efetivamente os riscos, as organizações precisam adotar uma plataforma de segurança cibernética que forneça visibilidade em todo o ambiente e os meios para gerenciar facilmente as operações de segurança e de rede.

O Fortinet Security Fabric resolve esses desafios com soluções amplas, integradas e automatizadas que permitem rede orientada para a segurança, acesso de rede Zero-Trust, segurança em nuvem dinâmica e operações de segurança orientadas à inteligência artificial (IA). As ofertas da Fortinet são aprimoradas com um ecossistema de produtos de terceiros perfeitamente integrados que minimizam as lacunas nas arquiteturas de segurança empresarial enquanto maximizam o retorno sobre o investimento (ROI) em segurança.

 

A inovação digital está transformando todos os setores

Nos setores econômicos em todo o mundo, a DI é vista como um imperativo para o crescimento dos negócios e uma melhor experiência do cliente.²

Do ponto de vista dos líderes de segurança cibernética, TI e provedor de serviços na nuvem, a DI se converte em diversas mudanças nos seus ambientes de rede. Os usuários estão cada vez mais móveis e acessando a rede de locais e endpoints que nem sempre estão sob controle da TI corporativa. Eles também estão se conectando diretamente a nuvens públicas para usar aplicações de negócios essenciais, como o Office 365. Há mais dispositivos de Internet das Coisas (IoT) do que endpoints controlados por humanos, pois eles são amplamente distribuídos e costumam estar em locais remotos e não supervisionados. Por fim, as pegadas dos provedores de serviços na nuvem estão se espalhando em diversas ramificações distantes, a maioria das quais se conecta diretamente à nuvem e aos serviços de celular, ignorando os data centers corporativos.

Todas essas mudanças tornam obsoleto o conceito de perímetro de rede defensível, exigindo que os provedores de serviços na nuvem adotem uma nova estratégia de defesa profunda em várias camadas.

 

Migração de aplicações e cargas de trabalho para a nuvem

Quase toda empresa começou a migrar algumas cargas de trabalho e aplicações para a nuvem, ou pelo menos planeja fazê-lo. Essas decisões costumam ser motivadas pelo desejo de reduzir custos e melhorar a eficiência operacional e a escalabilidade, aproveitando a flexibilidade oferecida pela nuvem.

Os provedores de serviços na nuvem oferecem uma ampla variedade de possíveis modelos de implantação, desde o software como serviço (SaaS) até a plataforma como serviço (PaaS).

Desconfiando do aprisionamento do provedor de serviços na nuvem e com o objetivo de implantar cada aplicação e carga de trabalho na nuvem mais adequada, muitas organizações adotaram uma infraestrutura multinuvem. A desvantagem dessa liberdade de escolha é a necessidade de aprender as idiossincrasias de cada ambiente de nuvem. Além disso, elas devem usar diferentes ferramentas para gerenciar o ambiente e suas disposições de segurança, o que ofusca a visibilidade e requer o uso de vários consoles para o gerenciamento de políticas, relatórios e muito mais.

 

 

Profusão de endpoints em vários ambientes

Os endpoints são sem dúvida os nós mais vulneráveis na rede do provedor de serviços na nuvem. Os fornecedores maiores têm milhares de funcionários, cada um usando vários dispositivos pessoais e de trabalho para acessar recursos de rede. Garantir a boa higiene cibernética e a segurança de endpoint atualizada em todos esses dispositivos é uma tarefa formidável. Ainda mais assustadora é a proliferação de dispositivos IoT. Até o final de 2019, o número de dispositivos ativos ultrapassava 26,66 bilhões e, em 2020, os especialistas estimam que esse número chegará a 31 bilhões.5

Os dispositivos IoT estão presentes em diversos contextos de negócios. Eles oferecem experiências personalizadas para clientes de varejo e hotelaria, rastreiam o inventário em manufatura e logística e monitoram os dispositivos no chão de fábrica ou em centrais elétricas.

Frequentemente robustos e com baixo consumo de energia, os dispositivos IoT se concentram no desempenho, geralmente às custas de recursos de segurança e protocolos de comunicação seguros. E, diferentemente da maioria dos dispositivos conectados à rede, o equipamento de IoT costuma ser implantado em locais remotos, ao ar livre ou em instalações desassistidas ou com pouca equipe (como centrais elétricas). Nesses locais pouco seguros, o equipamento muitas vezes transmite dados críticos e confidenciais para os data centers locais e para os serviços na nuvem.

 

Presença de negócios expandida em regiões e mercados distribuídos

À medida que as empresas expandem sua pegada global abrindo novas instalações, filiais e outros locais satélite, elas acabam tendo restrições cada vez maiores da largura de banda da rede de longa distância (WAN). Embora aplicações SaaS, vídeo e Voz sobre IP (VoIP) impulsionem a produtividade e permitam novos serviços, eles também contribuem para um crescimento exponencial do volume de tráfego na WAN.

O switching de rótulos multiprotocolo (MPLS) altamente confiável tem sido a tecnologia de conectividade WAN escolhida por muitos anos. No entanto, com o MPLS, é difícil otimizar o uso da largura de banda da WAN e variar os níveis de qualidade de serviço conforme a necessidade para diferentes aplicações. Como resultado, a expansão da filial e os aprimoramentos de serviço podem levar rapidamente à explosão dos custos da WAN.

Consequentemente, as organizações estão se voltando para a WAN definida por software (SD-WAN), que faz um uso eficiente do MPLS, das conexões de internet e até mesmo dos links de telecomunicação. Além disso, a SD-WAN roteia dinamicamente cada tipo de tráfego pelo link ideal. A adoção da SD-WAN criou ainda a necessidade de proteger a SD-WAN, o que é idealmente oferecido como uma combinação de funções de rede e segurança em uma plataforma integrada.

 

 

Quatro considerações para o design da arquitetura de segurança

À medida que as organizações avançam com entusiasmo em suas iniciativas de DI, as implicações para a segurança de rede muitas vezes são ignoradas ou minimizadas. Na verdade, quase 80% das organizações estão adicionando novas inovações digitais com mais rapidez do que podem aplicar as proteções contra ameaças cibernéticas.9

Os líderes de TI priorizar quatro questões acima de tudo ao projetar arquiteturas seguras para suas empresas que estão passando pela inovação digital:

1. Entender a superfície de ataque em expansão

Dados confidenciais podem possivelmente residir em qualquer lugar e percorrer inúmeras conexões fora do controle da empresa. As aplicações na nuvem são expostas na internet para que cada nova instância da nuvem aumente a superfície de ataque da empresa. Os dispositivos IoT estendem a superfície de ataque para locais remotos e desassistidos. Nessas partes escuras da superfície de ataque, as invasões podem passar despercebidas por semanas e meses, causando estragos no resto da empresa. Dispositivos móveis e endpoints de propriedade do usuário trazem imprevisibilidade à superfície de ataque, à medida que os usuários percorrem locais corporativos, espaços públicos e fronteiras internacionais. Na verdade, a extensa migração para a nuvem e o uso abrangente de plataformas móveis e de dispositivos de IoT são fatores que ampliam o custo por registro de uma violação de dados em centenas de milhares de dólares.10

Essa superfície de ataque dinâmica e expandida dissolve o perímetro de rede que no passado era bem definido e as proteções de segurança associadas a ele. É muito mais fácil para os invasores se infiltrarem na rede e, uma vez dentro, costumam encontrar poucos obstáculos para se mover livremente e sem serem detectados em seus alvos. Portanto, a segurança nas empresas de DI deve ter várias camadas, com controles em todos os segmentos de rede e com base na suposição de que o perímetro será violado mais cedo ou mais tarde. E o acesso aos recursos da rede deve se basear na política de privilégios mínimos e na confiança continuamente verificada.

 

2. Abordar como as ameaças cibernéticas estão evoluindo

O cenário de ameaças cibernéticas está crescendo rapidamente à medida que maus atores tentam contornar e derrotar as defesas tradicionais de segurança cibernética. Até 40% do novo malware detectado em um determinado dia é zero dia ou anteriormente desconhecido.14

Não importa se isso é causado pelo aumento do uso de malware polimórfico ou pela disponibilidade de kits de ferramentas de malware, o crescimento do malware de dia zero torna os algoritmos de detecção de malware tradicionais e baseados em assinaturas menos eficazes. Além disso, os maus atores continuam a utilizar a engenharia social, explorando os métodos de confiança estática usados nas abordagens tradicionais de segurança. Estudos revelam que 85% das organizações sofreram ataques de phishing ou engenharia social no ano passado.15

À medida que as ameaças cibernéticas se tornam mais sofisticadas, os incidentes e as violações de dados ficam mais difíceis de detectar e remediar. Entre 2018 e 2019, o tempo para identificar e conter uma violação de dados aumentou de 266 para 279 dias.16 Além da capacidade de detectar e impedir uma tentativa de ataque, as organizações também devem ser capazes de identificar e corrigir rapidamente um ataque bem-sucedido. Mais de 88% das organizações relataram ter sofrido pelo menos um incidente nos últimos 12 meses, o que demonstra que todas as organizações correm risco de ataque.

3. Simplificar um ecossistema de TI cada vez mais complexo usando a automação

De acordo com quase metade dos diretores de informações, o aumento da complexidade é o maior desafio de uma superfície de ataque em expansão.19 Esse aumento da complexidade se deve ao fato de muitas organizações confiarem em uma variedade de produtos pontuais não integrados para a segurança. A empresa média utiliza mais de 75 soluções de segurança distintas.20

Essa falta de integração de segurança significa que essas organizações não conseguem aproveitar a automação em sua implantação de segurança. Na verdade, 30% dos diretores de informações indicam que o número de processos manuais é um dos principais problemas de segurança em sua organização.21 Sem a automação de segurança, os diretores de informações precisam de profissionais de segurança cibernética mais qualificados para monitorar e proteger sua rede.

No entanto, muitas organizações não conseguem adquirir os talentos de segurança cibernética de que precisam. As estimativas indicam que mais de 4 milhões de cargos de segurança cibernética ainda não foram preenchidos e que esse número está crescendo em um ritmo constante.22 Essa falta de acesso aos talentos necessários está colocando em risco as organizações, com 67% dos diretores de informações dizendo que a escassez de habilidades em segurança cibernética inibe sua capacidade de manter com o ritmo das mudanças.23

Os invasores entendem bem esses desafios e os usam a seu favor.

 

4. Ficar à frente das demandas regulatórias cada vez maiores

O Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) da União Europeia (UE) e a Lei de Privacidade do Consumidor da Califórnia (CCPA) são dois dos regulamentos de proteção de dados mais bem-conhecidos. No entanto, eles estão longe de serem os únicos. Atualmente, cada estado dos Estados Unidos tem uma lei de notificação de violação de dados, e muitos deles estão aprovando outras proteções de privacidade do consumidor. Motivados por pressões políticas e sociais, os estados devem expandir esses regulamentos nos próximos anos, aplicando multas cada vez maiores, mais punitivas e mais frequentes para as não conformidades.

As organizações também devem cumprir com os padrões do setor, e muitas delas estão com dificuldades para fazê-lo. Por exemplo, menos de 37% das organizações passam na auditoria interina de conformidade do Padrão de segurança de dados do setor de cartões de pagamento (PCI-DSS).24 Como o PCI DSS é substituído pelo PCI Software Security Framework (PCI SSF), é provável que essas organizações enfrentem obstáculos ainda maiores para permanecer em conformidade.

A necessidade de alcançar e manter a conformidade regulatória tem impactos significativos na capacidade de uma organização de alcançar os objetivos de transformação da segurança e também informa como as organizações investem em soluções tecnológicas. Por exemplo, de 71% das organizações que migraram aplicações baseadas na nuvem de volta para data centers locais, 21% o fizeram para manter a conformidade regulatória.25

 

O Fortinet Security Fabric

O Fortinet Security Fabric aborda todos os quatro desafios de segurança mencionados acima, fornecendo ampla visibilidade e controle de toda a superfície de ataque digital de uma organização para minimizar riscos. O Security Fabric é uma solução integrada que reduz a complexidade do suporte a vários produtos pontuais e fluxo de trabalho automatizado para aumentar a velocidade da operação, tudo enquanto mantém as operações da empresa produtivas e resilientes.

 

 

 

Com o Fortinet Security Fabric, as equipes podem alcançar:

 

Visibilidade ampla e profunda da superfície de ataque

Com a mais ampla variedade de soluções de rede de alto desempenho e orientadas para a segurança para data centers, filiais, pequenas empresas e todos os principais provedores de nuvem, o Fortinet Security Fabric é flexível para proteger todos os segmentos da rede. Todos os componentes de segurança são configurados, gerenciados e monitorados a partir de um único sistema de gerenciamento centralizado. Além de eliminar os silos associados às infraestruturas de segurança de produtos pontuais, a interface única para todos os componentes de segurança reduz a carga de treinamento de equipes enxutas. O sistema de gerenciamento também facilita a implantação totalmente automatizada de componentes remotos, economizando em transporte e reduzindo ainda mais os custos operacionais.

 

Uma arquitetura de segurança realmente integrada

Com todos os componentes controlados pelo mesmo sistema operacional de rede FortiOS, o Fortinet Security Fabric permite configuração e gerenciamento de políticas consistentes e comunicação sem esforço e em tempo real através da infraestrutura de segurança. Isso minimiza os tempos de detecção e mitigação de ameaças, reduz os riscos de segurança resultantes de erros de configuração e compilação manual de dados e facilita a resposta de auditoria de conformidade oportuna e precisa. Além de integrar produtos e soluções Fortinet, o Security Fabric inclui conexões de interface dos programas de aplicações (API) pré-construídas para mais de 70 parceiros Fabric-Ready, o que garante uma integração profunda em todos os elementos do Security Fabric.

 

 

 

Resposta e operações automatizadas

Além da integração perfeita, o Fortinet Security Fabric está liderando o setor na aplicação de tecnologias de aprendizado de máquina (ML) para acompanhar o cenário de ameaças cibernéticas em rápida evolução. O Fortinet Security Fabric inclui recursos avançados de orquestração, automação e resposta de segurança (SOAR), além de detecção proativa de ameaças, correlação de ameaças, alertas de compartilhamento de inteligência e pesquisa e análise de ameaças.

Para as operações de rede, o Security Fabric entrega operações e fluxos de trabalho automatizados para ajudar a reduzir as complexidades na organização e nas implantações, independentemente de onde estejam, seja no local, na nuvem ou em filiais.

 

Gerencie os riscos, busque oportunidades

A DI permite que as organizações atinjam novos níveis de eficiência e economia de custos e melhores experiências para seus clientes. No entanto, as iniciativas de DI também expandem e alteram superfície de ataque da organização, abrindo novos vetores de ataque para ameaças cibernéticas a serem exploradas.

Para as organizações que lideram o cargo de DI, reconhecer, aceitar e gerenciar devidamente os riscos é de suma importância. O Fortinet Security Fabric é a base para isso. Ele unifica as soluções de segurança por trás de um painel de controle único, torna visível a crescente superfície de ataque digital, integra a prevenção de violações orientada por IA e automatiza operações, orquestração e resposta. Resumindo, ele permite que as organizações criem novo valor com a DI sem comprometer a segurança para agilidade, desempenho e simplicidade dos negócios.